Mostrar mensagens com a etiqueta CHEGA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CHEGA. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de março de 2026

Crianças ou Clientes? O Impacto da Ideologia de Género e a Falácia da Afirmação Precoce

 



No dia 19 de Março de 2026, na Assembleia da República, assistimos a um espectáculo constrangedor. Enquanto se debatiam os projectos de lei do Chega, do PSD e do CDS-PP para revogar ou alterar a Lei 38/2018, a deputada Isabel Moreira (PS) defendeu com ardor o «direito à autodeterminação de género» de crianças e adolescentes — menores que ainda não podem votar, conduzir nem comprar uma cerveja. Apontou dramaticamente para as galerias, onde se encontravam pais da AMPLOS e representantes de organizações que enviaram pareceres «científicos» contra o projecto de lei do Chega. Era a esquerda em uníssono: Fabian Figueiredo (BE), as bancadas da IL, do PCP, do PAN e do JPP, todos a aplaudir a afirmação de género precoce, a transição social, os bloqueadores da puberdade e as hormonas do sexo oposto. Tudo, garantiram, realizado por «equipas multidisciplinares independentes».

Independentes? Só pode ser uma piada de mau gosto.

Isabel Moreira foi peremptória: se os diplomas forem aprovados, «a taxa de suicídio aumentará». Fabian Figueiredo, num artigo no Expresso dias antes e ecoado no debate, defendeu que «a intervenção médica para atrasar os efeitos da puberdade salva vidas», citando que cerca de 82% das pessoas trans reportam ideação suicida ao longo da vida e 42% tentam efectivamente o suicídio. A mensagem é clara: sem afirmação imediata, transição social e caminho para hormonas e bisturi, as crianças e jovens trans estariam condenados a um risco letal.

Esta narrativa — «afirma ou morre» — é uma das mais repetidas pelo activismo, mas foi desmentida pela ciência séria. O Relatório Cass (Reino Unido, 2024), o mais abrangente e independente sobre o tema, conclui que não há evidência credível de que as intervenções médicas (bloqueadores da puberdade ou hormonas cruzadas) reduzam as taxas de suicídio ou ideação suicida em jovens com disforia de género. Pelo contrário: as taxas de suicídio consumado são baixas na população trans jovem (semelhantes às de outros grupos com comorbilidades mentais referenciados a serviços de saúde infantil); a narrativa alarmista é considerada enganadora e potencialmente prejudicial, pois exagera riscos para justificar a medicalização precoce. Estudos finlandeses recentes e análises do National Child Mortality Database (UK) confirmam: o risco suicida não diminui com a transição médica, e a maioria das crianças com desconforto de género resolve-o naturalmente com tempo e apoio psicológico neutro.

A AMPLOS — apontada por Isabel Moreira como a entidade cuja opinião deve ser ouvida e acatada por todos — recebe subvenções da CIG, de protocolos com a Segurança Social e de fundos europeus. Carece de clientes para justificar verbas e relevância. E esses clientes são as crianças que, segundo a associação, «sabem» o seu género aos 2 ou 3 anos. Como explica, com fontes fidedignas, o blogue Politicamente Incorrecta, as referidas «equipas multidisciplinares independentes» não são neutras: são transactivistas que validam a autodeterminação de crianças com 10 anos em escassos 10 ou 15 minutos. Afirmam que «ser trans não é doença» e que «não é preciso diagnóstico»... para logo a seguir prescreverem bloqueadores (que causam infertilidade e perda de densidade óssea), hormonas cruzadas e, mais tarde, cirurgias mutiladoras — tudo pago pelo Serviço Nacional de Saúde ou, caso os pais tenham pressa e posses, realizado em clínicas privadas que vão respondendo à procura do mercado e lucrando com este «negócio».

Nem a Iniciativa Liberal escapou a este alinhamento. A deputada Mariana Leitão justificou o voto contra a revogação da Lei 38/2018 — alinhando-se com a esquerda — alegando que, em Portugal, já se exigia o mesmo que na Lei 7/2011: uma equipa multidisciplinar. Trata-se de uma afirmação que revela ou ignorância ou má-fé, pois a Lei 38/2018 eliminou precisamente essa exigência da legislação anterior, substituindo-a por uma mera manifestação subjectiva de vontade, sem qualquer avaliação clínica obrigatória. Assim, um partido que se apresenta como defensor da racionalidade e da liberdade individual acaba por sustentar um status quo ideológico que ignora a biologia e a prudência médica.

A contradição é evidente e grave. Como brilhantemente assinalou a jurista Teresa de Melo Ribeiro no Observador, o «pecado original» da Lei 38/2018 reside na pressuposição de que a identidade de género é uma realidade autónoma e independente do sexo biológico, fundada apenas na vontade subjectiva da pessoa. Basta dirigir-se a uma conservatória, manifestar essa vontade, indicar o novo nome e, em oito dias úteis, o registo é alterado — sem diagnóstico médico, sem relatório psicológico, sem prova de sofrimento. A anterior Lei 7/2011 exigia uma equipa multidisciplinar; a de 2018 eliminou tudo isso. Para menores entre os 16 e os 18 anos, basta o consentimento do representante legal e uma «audição» sobre a capacidade de decisão. O resultado? Segundo dados do IRN citados pela autora, entre 2018 e finais de 2025, 323 menores mudaram legalmente de sexo. São 323 vidas reais em curso — 323 experiências que, para alguns, se revelam como novos «clientes» de um sistema que dispensou as salvaguardas clínicas.

O psiquiatra Pedro Afonso, também no Observador, desmonta a falácia com clareza cirúrgica: «mudar de género na conservatória não é terapia». A disforia de género é uma condição psiquiátrica (DSM-5-TR) que exige avaliação clínica rigorosa, diagnóstico diferencial (autismo, trauma, depressão, perturbação dismórfica corporal) e acompanhamento psicológico e familiar. A mera mudança administrativa no registo civil não cura nada: as comorbilidades psiquiátricas persistem, o risco de suicídio permanece superior ao da população geral e as intervenções hormonais e cirúrgicas são irreversíveis (esterilidade, alterações metabólicas, sequelas ósseas). O NHS britânico suspendeu os bloqueadores da puberdade após revisões que concluíram haver uma falta total de evidência de segurança e eficácia — o mesmo que já fizeram a Suécia, a Finlândia e a Noruega.

A ciência não mente. O Relatório Cass classificou a evidência a favor de bloqueadores e hormonas em menores como «notavelmente fraca ou inexistente». Um estudo alemão de Junho de 2024 (abrangendo 14 milhões de jovens) revelou que 63,6% das pessoas com diagnóstico de disforia desistem em cinco anos — 72,7% no caso das raparigas entre os 15 e os 19 anos. Até 2010, 90% das crianças resolviam o desconforto naturalmente com tempo e terapia exploratória neutra. Hoje, com a Lei 38/2018 e o contágio social, os diagnósticos explodiram 780% e o SNS gasta mais de 100 mil euros por pessoa em tratamentos e complicações crónicas.

Mas a esquerda não quer ciência; quer dogma. Fabian Figueiredo exige «paz» para as pessoas trans, Isabel Moreira gesticula para pais activistas subsidiados e todos citam pareceres da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica — profissionais que ignoram o Relatório Cass, os WPATH Files e a evidência internacional para defender a «medicina de afirmação» ideológica. São os mesmos que beneficiam de bolsas europeias e projectos financiados pelo Estado para construir exactamente esta narrativa.

No mesmo dia do debate na Assembleia da República, estreou o primeiro documentário português sobre o tema: «Os Jovens que Ninguém Quer Ver». Este curto mas incisivo filme dá voz a uma realidade raramente exposta com clareza: a de crianças e jovens — frequentemente neurodivergentes, com quadros de autismo, défice de atenção e hiperactividade, discalculia, síndrome de Tourette, bipolaridade, esquizofrenia ou sobredotação — que iniciam processos de transição de género sem que as suas vulnerabilidades sejam devidamente compreendidas ou acompanhadas.

A Lei 38/2018 transformou o registo civil num instrumento de instabilidade social e as crianças em cobaias de uma indústria ideológica. Os projectos do Chega, PSD e CDS-PP querem pôr fim a esta loucura: exigir diagnóstico médico rigoroso, proibir medicalização irreversível antes da maioridade, proteger a infância da afirmação automática.

Como escreveu Teresa de Melo Ribeiro: “DEIXEM AS CRIANÇAS EM PAZ!”.

A revogação ou revisão profunda da Lei 38/2018 não é transfobia. É civilização. É colocar a biologia, a prudência científica e o superior interesse da criança acima do activismo, dos subsídios e da ideologia que precisa de clientes menores para sobreviver. Os pais portugueses — os verdadeiros — merecem isso. E merecem também ver documentários como este, que mostram o que a esquerda prefere esconder.

 

quarta-feira, 18 de março de 2026

Desmontagem ponto por ponto do artigo de Pedro Alexandre Costa no jornal Público (18/03/2026)

 




Antes de analisar os argumentos, é essencial notar a total falta de isenção do autor. Pedro Alexandre Costa é docente na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP) e investigador do Grupo de Investigação em Sexualidade e Género do Centro de Psicologia da mesma instituição. Há anos que subsiste através de bolsas e acções de investigação financiadas directamente pela Comissão Europeia, como a COST Action CA19103 – “LGBTI+ Social and Economical (In)Equalities”, na qual figura como investigador desde 2020. O seu currículo está repleto de estudos pró-autodeterminação de género, trajectórias de identidade trans em jovens e defesa de leis de “autodeterminação”. Não estamos perante um académico neutro que analisa dados, mas sim perante um activista ideológico cujo sustento depende de fundos europeus que promovem exactamente esta agenda. Quando alguém vive há largos anos de dinheiros públicos da UE para produzir “estudos” sobre identidade de género, a sua opinião não constitui análise científica — é propaganda paga. Esta é a verdadeira falta de isenção que o artigo omite.

Desmontamos agora os pontos centrais do texto, que se resumem a quatro afirmações principais (o artigo é curto e repetitivo, característico de peças de opinião militante).

·         Ponto 1 do artigo: “Os três projectos de lei da direita (Chega, PSD, CDS-PP) são um ataque directo à saúde, à liberdade e à dignidade de pessoas trans e intersexo, sem qualquer fundamento científico, social ou ético.”

Falso e invertido. A revogação ou alteração da Lei n.º 38/2018 (autodeterminação de género sem diagnóstico médico nem período de reflexão) não é um “ataque”; é a defesa da saúde, da liberdade real e da dignidade.

Saúde: A ciência biológica é inequívoca — o sexo é binário e imutável (definido por gâmetas, cromossomas e dimorfismo sexual). A “identidade de género” é uma construção subjectiva, não um facto biológico. A Revisão Cass (2024, Reino Unido, adoptada em vários países europeus) demonstrou que as evidências a favor de bloqueadores de puberdade e hormonas em menores são “fracas ou inexistentes”, comportando riscos graves de esterilidade, perda de densidade óssea, problemas cardiovasculares e aumento do suicídio a longo prazo. Países como a Suécia, a Finlândia, a Noruega e, agora, a Inglaterra restringiram ou proibiram estas intervenções em menores precisamente por razões de saúde. Portugal, ao manter a lei de 2018, ignora esta evidência internacional. Classificar como “saúde” a mutilação química e cirúrgica de crianças saudáveis é eugenia disfarçada de compaixão.

Liberdade: A verdadeira liberdade consiste em não ser obrigado a fingir que a realidade biológica não existe. As mulheres perdem privacidade, segurança e oportunidades desportivas com a entrada de homens em espaços femininos (prisões, balneários, competições). Estão documentados em todo o Ocidente casos reais de violações e abusos perpetrados por “mulheres trans” em prisões femininas. A autodeterminação permite que qualquer homem declare ser mulher num dia e mude de ideia no outro — sem qualquer salvaguarda. Isto não é liberdade; é tirania sobre a realidade e sobre as mulheres.

Dignidade: A dignidade de pessoas com disforia de género exige um tratamento psicológico sério da causa subjacente (autismo, trauma, saúde mental ou contágio social — o fenómeno “rapid onset gender dysphoria” estudado por Littman), e não uma afirmação imediata e irreversível.

Quanto aos intersexo: tratam-se de casos raríssimos de desordens do desenvolvimento sexual (DSDs), não de uma “terceira categoria” ou prova de um “espectro”. São anomalias médicas dentro do binário sexual; 99,98% da população é claramente macho ou fêmea. Confundir deliberadamente intersexo com trans é uma manipulação retórica clássica da ideologia.

·         Ponto 2: “Quando três partidos de direita se unem na tentativa de revogação da Lei de Autodeterminação de Género, não estão apenas a atacar pessoas trans e intersexo…”

Errado. Estão a corrigir um erro legislativo grave, aprovado em 2018 sob pressão activista e sem um debate científico sério. A lei portuguesa foi copiada de modelos radicais (Argentina, Malta) e ignorou os alertas de países mais cautelosos. A direita (Chega, PSD e CDS) não “ataca pessoas”; protege crianças, mulheres e a própria coesão social. Em democracia, as leis podem e devem ser revistas quando se provam danosas — como é o caso. O consenso que o autor invoca era falso: resultava da pressão de lobbies financiados pela mesma UE que lhe paga as bolsas.

·         Ponto 3: “Estão a preferir a demagogia à ciência.”

Projecção pura. Quem prefere a demagogia é o autor e a esquerda identitária. A “ciência” que invoca é selectiva: ignora a biologia evolutiva, a endocrinologia, a genética e revisões independentes como a Cass ou os relatórios da SEGM (Society for Evidence-Based Gender Medicine). Prefere estudos activistas financiados por fundos ideológicos. A direita baseia-se em evidência: os cromossomas XY/XX não se alteram por autodeclaração; 90% das crianças com disforia resolvem-na naturalmente na puberdade se não forem medicalizadas (estudos de longo prazo pré-2010); as taxas de desistência (detransition) estão a explodir (até 30% em alguns estudos recentes). Isto não é demagogia — é a realidade.

·         Ponto 4: “A verdadeira ‘ideologia de género’ não é o direito à autodeterminação, mas sim a obsessão em impor um molde de género rígido e opressor, contrariando a ciência que comprova a diversidade humana.”

Esta é a inversão mais descarada e típica da propaganda queer. A verdadeira ideologia de género é exactamente a que o autor defende: a ideia de que o sexo é “atribuído” (e não observado), de que o género é um “espectro” fluido desligado da biologia, e de que qualquer criança que prefira o cor-de-rosa ou camiões está “no corpo errado”. Esta ideologia nega a diversidade real — a diversidade dos dois sexos, com papéis complementares evoluídos ao longo de milhões de anos — e impõe uma visão gnóstica: “o corpo é irrelevante, a mente é tudo”. A ciência real (não a activista) comprova o binário: não existe um “cérebro trans” comprovado (os estudos de neuroimagem são contraditórios e correlacionais, não causais); a “diversidade humana” não inclui a mudança de sexo. A obsessão rígida e opressora é a da esquerda: obrigar as escolas a ensinar que o “género é uma escolha”, silenciar pais, cancelar cientistas (como Kathleen Stock, Maya Forstater ou a própria Cass) e impor quotas e políticas baseadas na autodeclaração. A direita não impõe um “molde rígido”; defende a liberdade assente na verdade biológica e na protecção dos mais vulneráveis (crianças, mulheres e famílias tradicionais). Não há “opressão” em reconhecer que homem e mulher são categorias reais e imutáveis.

Em resumo: o artigo não é uma análise; é activismo mal disfarçado de um académico dependente de fundos ideológicos da UE. A direita não tem uma “obsessão”; tem razão. Os direitos reais — das mulheres, das crianças e da verdade científica — não são negociáveis. A Lei de Autodeterminação deve ser revogada ou profundamente alterada: diagnóstico psicológico obrigatório, período de reflexão de pelo menos dois anos, proibição total em menores e protecção de espaços unissexo (single-sex). Isto não é ódio; é sanidade perante uma loucura ideológica financiada por Bruxelas.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Setúbal e o Altar da Esquerda: O Despertar contra a Tirania Cultural Socialista



Em Setúbal, bastou o Chega votar contra o financiamento público a duas companhias de teatro locais para que o sistema entrasse em convulsão. Imediatamente, vozes do costume vieram "rasgar as vestes", clamando contra a censura e o fim da cultura. Este texto é a resposta a esse teatro de indignação fingida.

Hoje, em Portugal, para receber um subsídio público parece que se tem de ajoelhar perante o altar da ideologia de género. Homem que se diz mulher? Arte. Mulher que se recusa a ser chamada de “pessoa menstruante”? Fascismo. Crianças de 8 anos a serem ensinadas que o sexo é um “espectro” nas peças financiadas pelo Ministério da Cultura? “Inclusão”.

O Queer Lisboa e o Queer Porto – festivais inteiramente pagos com o nosso dinheiro – são o expoente máximo desta podridão. Filmes que celebram pedofilia disfarçada de “amor intergeracional”, performances que exibem perversões sexuais explícitas no palco, drag queens a ler histórias a crianças enquanto a esquerda grita “arte!”. E a RTP? Um canal público que parece gerido pelo Bloco de Esquerda: reportagens babadas sobre “pessoas não-binárias”, séries que transformam a família tradicional em piada, debates onde qualquer conservador é tratado como criminoso.

O feminismo radical completa o pacote: homens a invadir desportos femininos, abortos tardios celebrados como “empoderamento”, maternidade ridicularizada como “prisão patriarcal”. Tudo isto com o selo de aprovação do Estado. Quem paga? O contribuinte português médio, esse otário que ainda acredita que a cultura deve servir o povo e não a agenda de uma minoria barulhenta e doente.

O Ódio Visceral à Direita: Doutrinação 24/7

Na cultura portuguesa actual, ser de direita é o novo pecado mortal. Filmes, peças de teatro, livros escolares, exposições – todos pintam o conservador como ignorante, retrógrado, perigoso. O Chega é “extrema-direita”, André Ventura é “fascista”, quem defende a família natural é “homofóbico”. Enquanto isso, comunistas, anarquistas e queers que defendem a abolição da família são “vanguarda progressista”.

Esta não é arte. É guerra cultural. Guerra que a esquerda ganha há 50 anos porque nunca encontrou oposição séria.

A Verdadeira Culpa: A Direita Traidora, a Direita que a Esquerda Ama

Aqui está o cancro que ninguém quer operar: a direita caviar, a direita “decente”, a direita que tem vergonha de si própria. PSD e CDS passaram décadas a aprovar leis de género, a financiar festivais queer, a colocar activistas LGBT nos conselhos de administração da RTP, a deixar que a ideologia de género entrasse nas escolas. Porquê? Porque têm pavor de serem acusados de “atrasados”. Porque querem convites para jantares em Belém, porque querem aparecer no Público como “moderados responsáveis”.

São os idiotas úteis perfeitos da esquerda: entregam o terreno cultural sem disparar um tiro, depois choram quando perdem as eleições. Esta é a direita que a esquerda adora: a que nunca corta um euro aos festivais da perversão, a que aprova leis que destroem a distinção homem/mulher, a que se ajoelha perante o politicamente correcto para não perder o estatuto de “direita civilizada”. Enquanto isso, a verdadeira direita – aquela que defende Deus, Pátria, Família e Verdade – é empurrada para a marginalidade.

Resultado? A cultura portuguesa está morta. O que resta é um cadáver putrefacto, cheio de glitter, hormonas e ódio a tudo o que é normal, português e cristão.

Acabou a Comédia

Basta. A verdadeira direita não pede licença para existir. Reconquista a cultura ou morre com ela. Exige-se:

  • Fim imediato dos subsídios a festivais queer, peças trans e propaganda de género.
  • Auditoria completa aos dinheiros públicos gastos em “cultura” nos últimos 20 anos.
  • Criação de uma rede de produção cultural conservadora: teatros, editoras, festivais que celebrem a identidade portuguesa, a família, a biologia e a moral cristã.
  • Directores de teatros, cinemas e RTP nomeados por mérito, não por militância ideológica.

Portugal não é um laboratório de experiências woke. É uma nação com quase 900 anos de história, enraizada na fé cristã, na família e na verdade. Essa nação ainda existe no coração da maioria silenciosa.

Chegou a hora de transformar a indignação em acção. A esquerda roubou-nos a cultura e a direita caviar permitiu-o. A reconquista pela direita verdadeira começa aqui: pondo fim imediato à injecção de dinheiros públicos na propaganda de esquerda woke. Uma nação sem cultura própria é uma nação escrava — e Portugal não nasceu para servir ninguém, muito menos uma esquerda degenerada ou uma direita traidora.


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

CHEGA Apresenta Projeto de Lei para Revogar a Lei 38/2018: Um Alerta Contra os Perigos da Ideologia de Género

 



Num movimento que promete agitar o debate político em Portugal, o partido CHEGA submeteu, no passado dia 21 de janeiro de 2026, o Projeto de Lei n.º 391/XV/1.ª à Assembleia da República, visando a revogação integral da Lei n.º 38/2018, de 7 de agosto. Esta legislação, conhecida como a "Lei da Autodeterminação da Identidade deGénero", estabelece o direito à autodeterminação da identidade e expressão de género, além da protecção das características sexuais de cada pessoa.

A proposta do CHEGA surge como uma resposta crítica àquilo que o partido considera uma imposição ideológica perigosa, que ameaça a protecção de crianças e jovens, ignora evidências científicas e bioéticas e compromete a dignidade humana. Neste artigo, pretendo analisar os contornos desta iniciativa, enfatizando os riscos associados à Lei 38/2018.

O Contexto da Proposta do CHEGA

O Projeto de Lei apresentado pelo CHEGA, liderado por André Ventura, procura actualizar a regulação dos procedimentos de mudança de sexo e de nome próprio no registo civil, com ênfase na protecção de menores com base em evidências científicas recentes, princípios bioéticos e na defesa da dignidade humana. Embora o texto da proposta não detalhe explicitamente todos os argumentos, implica a revogação da Lei 38/2018, eliminando as normas que permitem a autodeterminação de género sem salvaguardas adequadas.

O CHEGA, conhecido pelas suas posições conservadoras e críticas ao que designa como "extremismo ideológico da esquerda", posiciona-se como o único partido a tomar esta iniciativa, contrastando com o que apelida de inércia de outros grupos parlamentares que, segundo críticos, cedem a pressões progressistas.

Esta não é a primeira vez que o CHEGA contesta a ideologia de género. Em propostas anteriores, o partido defendeu a suspensão da aplicação da Lei 38/2018 nas escolas, argumentando que esta promove uma "doutrinação" prejudicial ao desenvolvimento saudável das crianças (https://noticiasviriato.pt/chega-propoe-no-parlamento-acabar-com-a-ideologia-de-genero-nas-escolas). A revogação agora proposta vai mais longe, visando eliminar o quadro legal que, na visão do partido, transforma uma teoria controversa em política de Estado.

O Que é a Lei 38/2018 e os Seus Principais Pontos

Aprovada em 2018, pela maioria absoluta da Geringonça, na Assembleia da República, a Lei 38/2018 representou um marco para os defensores dos direitos LGBTI+, ao consagrar o direito à autodeterminação da identidade de género sem a necessidade de diagnósticos médicos para adultos. Para menores entre os 16 e os 18 anos, permite a mudança de nome e sexo no registo civil mediante relatório médico que ateste a capacidade de decisão, mas sem exigência de um diagnóstico de disforia de género.

Além disso, a lei proíbe intervenções cirúrgicas “desnecessárias” em crianças “intersexo” (hermafroditas) e impõe medidas educativas para combater a discriminação baseada no género. No entanto, críticos argumentam que esta lei ultrapassa, e muito, a protecção de direitos, impondo uma visão ideológica que desconstrói conceitos biológicos fundamentais. A ideologia de género postula que o género é uma construção social fluida, independente do sexo biológico.

Os Perigos da Ideologia de Género: Uma Análise Crítica

A ideologia de género, inserida na Lei 38/2018, é criticada por promover uma desconstrução radical da sociedade. Em vez de uma "nova descoberta científica", trata-se de uma teoria que ignora a biologia humana, onde o sexo é determinado por cromossomas, gametas (células sexuais especializadas (haploides) – espermatozoides (masculino) e óvulos (feminino)) e características físicas observáveis.

Um dos maiores perigos apontados reside no impacto sobre crianças e jovens. A lei permite que adolescentes de 16 anos alterem legalmente o seu género (sexo) sem um diagnóstico psiquiátrico robusto, o que pode levar a decisões precipitadas com consequências irreversíveis. Estudos internacionais, como o Relatório Cass no Reino Unido, questionam a evidência científica por trás de transições de género em menores, destacando riscos de infertilidade e problemas de saúde mental (https://observador.pt/opiniao/a-fixacao-que-vai-alem-da-ficcao-a-proposito-da-rtp-e-do-tempo-para-pensar/). Em Portugal, a ausência de salvaguardas médicas rigorosas é vista como uma "armadilha" que desautoriza os pais que questionam estas decisões.

Outro risco mencionado é a segurança das mulheres. A autodeterminação de género facilita o acesso de indivíduos biologicamente masculinos a espaços exclusivamente femininos, como casas de banho e balneários. Nas escolas portuguesas, a implementação da lei gerou polémica, nomeadamente quanto à regulamentação do uso de casas de banho, que o TribunalConstitucional declarou inconstitucional por invadir competências exclusivas do Parlamento.

Conclusão: Um Apelo à Reflexão

A proposta do CHEGA para revogar a Lei 38/2018 surge como um alerta contra o que o partido define como perigos da ideologia de género que, sob a capa da inclusão, poderá colocar em risco crianças, erodir direitos das mulheres e impor uma visão não científica. O Parlamento deverá agora debater esta questão com rigor, priorizando a dignidade humana sobre agendas ideológicas. O futuro das próximas gerações dependerá deste equilíbrio.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Finalmente, alguém que me representa!

 



De acordo com a CNN, “Só há uma mulher nos deputados do Chega. E é antifeminista.”

Até que enfim! Uma mulher de direita, que pensa pela sua cabeça e que não é refém do feminismo radical, instrumentalizado pelo socialismo, que não se deixa iludir pelo canto da sereia, que não vê as desigualdades com as lentes do feminismo, nem selecciona o tipo de violência a combater (pois todo o tipo de violência nos é abominável).

Congratulo-me pelo facto de a Rita Matias não se deixar seduzir pelo discurso marxista da “vítima” e do “opressor”, que continua a reivindicar direitos já adquiridos e consagrados, mas que só o faz em países onde os direitos das mulheres já estão devidamente acautelados e salvaguardados, onde não são impedidas de estudar, de olhar para um homem, de escolher o homem com quem desejam casar, de andar semi-nuas e de cabeça descoberta na rua, de conduzir, de trabalhar fora de casa, de praticar a religião que quiserem, enfim, de tudo e mais alguma coisa.

A Rita sabe que a tradição e a cultura, invocadas pelas feministas para justificar a opressão e a ausência de liberdade das mulheres islâmicas, não justificam a violação dos direitos humanos fundamentais dessas mulheres. Ela sabe que o movimento político feminista só quer destruir a cultura judaico-cristã, ou seja, aquela que sempre lutou para que o valor da mulher fosse reconhecido, pois reconhece que Deus nos criou à Sua imagem e semelhança, homem e mulher nos criou, iguais em direitos e valores, mas com papéis diferentes, complementares e não igualitários. É isto que o feminismo quer exterminar.

O feminismo é um movimento neo-marxista cultural, puro e duro. A sua luta deixou de ser “o trabalhador contra o patrão” e passou a ser a mulher contra o homem e contra a família. Sim, srª jornalista, o feminismo é anti-homem e anti-família. Não importa o que você pensa, nem a narrativa que resolveu abraçar, esta é a verdade e isso vê-se em muitas reivindicações absurdas do movimento feminista, como por ex. esta:

Quem não conhece a famosa imagem V-J Day in Times Square? A imagem de um marinheiro norte-americano a beijar uma jovem enfermeira? Em 1945, através de uma edição da revista Time, a fotografia correu mundo e o beijo de dois desconhecidos transformou-se num símbolo de alegria pelo fim da II Guerra Mundial. Da fotografia nasceu uma escultura com 7 metros de altura que se encontra instalada em San Diego, EUA, mas … Em 2014 um grupo feminista francês chamado Osez Le Feminisme, criou uma petição pública a exigir a remoção da escultura de uma exposição, por se tratar, segundo as feministas, de um crime de agressão sexual, uma vez que o marinheiro não tinha o direito de beijar a enfermeira, ainda que ela tenha afirmado que gostou do beijo.

Frustradas! 

Este é o feminismo que a Rita despreza e eu também.

A Joana Amaral Dias, incapaz de esconder o seu ressentimento pelos péssimos resultados dos partidos mais à esquerda e pela ascensão meteórica do CHEGA, usou de toda a sua falta de classe, e da militância dos moderadores feministas, para amesquinhar e insultar a Rita. A Joana, que só se tornou figura pública e passou a aparecer nas TV’s depois de ter posado nua para uma revista e de exibir o corpo nas redes sociais (quando são as feministas a ganhar dinheiro para posarem nuas nunca se trata de objectificar a mulher…) afiou as garras e atirou-se a uma mulher mais jovem (e muito mais nova, inteligente e bonita!) só porque não pensa como ela nem alinha no discurso da vítima e do opressor, que só serve para alimentar movimentos revolucionários, algumas Associações, e garantir ordenados chorudos a quem os encabeça.

Lamento profundamente que se continue a bater na tecla das diferenças salariais entre homens e mulheres. A lei já proíbe que isso aconteça e, desculpem, mas os patrões seriam demasiado burros se escolhessem homens para fazer o mesmo trabalho e a mesma carga horária das mulheres e lhes pagassem mais.

Para quem ainda não entendeu como se calculam essas tais diferenças salariais, passo a explicar: as estatísticas, que revelam que as mulheres ganham menos do que os homens na mesma profissão e pelo mesmo tempo de serviço, fazem-se contabilizando o tempo de baixa de maternidade como se as mulheres estivessem a trabalhar sem receber, uma vez que é a Segurança Social que lhes paga durante esse período. Então, se a estatística for feita com homens e mulheres e cada uma das mulheres já foi mãe, uma ou mais vezes, usufruindo assim da licença de maternidade, a entidade patronal pagou mais aos homens do que às mulheres, percebem?

A verdade, é que neste país, a não ser que se infrinja a lei, não há patrões a pagar menos às mulheres - pelo mesmo trabalho, horas e tempo de serviço - do que aos homens e, se há, é só fazer cumprir a lei e penalizar os prevaricadores.

Há, e já agora, qual é a proposta da Joana, e do feminismo, para a grande percentagem de mulheres que, se pudesse, gostaria de ficar em casa a cuidar do marido e dos filhos a tempo inteiro?

A Rita, e muito bem, falou de algo real. A quantidade de mulheres despedidas por terem sido mães.

·         Por que não há penalização para os empregadores mediante esta violação da lei?

·         Por que não se aplica a lei?  

A Joana - talvez por ignorar a quantidade de vezes que o André Ventura falou sobre a urgência de aumentar e aplicar penas mais duras, incluindo a prisão perpétua para crimes hediondos - citou as muitas mulheres vítimas de violência doméstica e violação.

Tenho várias perguntas:

·         O que fazem as feministas e as Associações - que se alimentam exactamente dessa violência - para acabar com ela?

·         Por que é que as penas não são mais pesadas, como o CHEGA tem reclamado?

·         Por que é que só se “protegem” as vítimas depois de serem violentamente agredidas e não se prendem os agressores antes de matarem?

·         Por que é que nunca se fala na violência contra os homens?  

·         Por que é que há tantas queixas, de mulheres que recorreram a essas Associações, de abusos e mais violência psicológica?

A Rita, e muito bem, mencionou que o CHEGA quer que TODAS as pessoas, independentemente do seu sexo, cor de pele ou orientação sexual, sejam protegidas e que todos os criminosos sejam efectivamente presos, julgados e condenados.

A violência não tem sexo!

Quanto a haver homens que não ajudam em casa… Acredito que haja alguns que não ajudam as suas mulheres em casa e que não colaboram sequer na educação e no cuidado dos filhos, mas, convenhamos, cuidar dos filhos, do marido e do lar, para uma feminista, é trabalhar de graça e ser explorada pelo marido, pelos filhos e... Pelo cão. Trabalhar horas a fio para um patrão, em troca de um ordenado mínimo e da terceirização da educação dos filhos e do cuidado do lar, é emancipação. Matar os filhos no ventre, é empoderamento; fazer sexo com todos os homens, gratuitamente, é “amor”.

Haja pachorra para tanto ódio, frustração, falta de amor e de valores. Eu, como mulher, esposa e mãe, só lamento não ter ficado mais tempo em casa a cuidar dos meus filhos, do meu marido e do nosso lar. Promiscuidade, todas com todos e com muitos [“amor” livre e plural], é bom e salutar. Ser mulher de um só homem, que trabalha arduamente para sustentar a família, e cuidar dele e dos filhos, isso é que não. Só se lhe pagarem? Desculpem, mas exigir pagamento por ter filhos e cuidar deles, amar a família, ser amada e cuidar do lar — desempenhar papéis tão nobres e dignos — faz-me pensar nas prostitutas que só dão prazer em troca de dinheiro... A sério... Vai de retro Satanás.

Foi hilariante ouvir o jornalista, também ele feminista, recorrer ao bicho-papão do Estado Novo, dizendo à Rita que ela, por ser tão nova, não teria como se lembrar, mas deveria saber História… Qual história, homem? A que passou pelas lentes bloquistas e é difundida pelas esquerdas? Estava lá? Viveu nesse tempo? Não creio.

Para terminar, o Dr. Pedro Arroja pode pensar o que quiser e creio que ainda é livre para expressar o que pensa. Usar isso, para afirmar que – só porque o Dr. Pedro Arroja foi mandatário da campanha - o CHEGA quer voltar a tratar as mulheres como pessoas de segunda, é ignorar absolutamente o papel do mandatário, o programa político do partido e a quantidade de mulheres que se sentem representadas e militam no partido. O que o CHEGA quer é que as mulheres tenham realmente o direito a optar por serem aquilo que desejam: esposas e mães a tempo inteiro, e, ou, profissionais de excelência.

Ontem, pela primeira vez desde há décadas, senti-me representada num canal de TV. A Rita Matias, sem precisar tirar a roupa para ter cartaz e tempo de antena, representou todas as mulheres que não estão reféns da narrativa feminista.

Parabéns, minha querida!

 

 




terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Dizem eles

 “O Chega não tem quadros” dizem eles. E para eles os quadros são aqueles conhecidos, as luminárias que no PS, no PSD e no CDS trouxeram Portugal até à quarta maior dívida do mundo em percentagem do PIB. E eu respondo: o Chega tem quadros, tem. Não tem é esses quadros que toda a gente conhece e a quem devemos o estado a que chegámos

“O Chega não tem propostas” dizem eles. E para eles as propostas são aquele amontoado de lugares comuns que recheiam os sucessivos programas eleitorais do PS, do PSD e do CDS e que nunca são cumpridos. Não conheço nenhum programa do PSD ou do CDS em que, por exemplo, se não prometa uma baixa de impostos. Mas todos os governos do PSD, a solo ou com o CDS a abrilhantar, aumentaram os impostos. E eu respondo: o Chega tem propostas, tem. Mas essas propostas são diferentes e são para cumprir.

“O Chega é contra o sistema, logo contra o regime, logo é contra a Democracia” dizem eles. E eu respondo: a Democracia, na sua mais fiel e tradicional definição é o “Governo do povo, pelo povo e para o povo”. E essa democracia nós defendemos. Não defendemos é o sistema que se apoderou desta democracia e a transformou no “governo do povo, por uma pequeno-burguesia envernezida, e para os bolsos dessa pequeno-burguesia envernizada.” Somos contra o sistema porque somos democratas, e queremos repor a democracia afastando os que dela se estão a servir em proveito próprio. Em Portugal, a Democracia tem de ser, finalmente, o governo do povo, pelo povo e para o povo.

“O Chega é composto por um bando de ignorantes, grosseiros, rústicos e pouco civilizados” dizem eles. Mas, ao fim e ao cabo, quem são eles? São os tais pequeno burgueses que se apoderaram do regime e o transformaram num mero aspirador do dinheiro dos contribuintes, canalizando esse dinheiro para os seus próprios bolsos. Eles autodenominam-se a elite e consideram-se cultos e civilizados, mas não passam de arrivistas engraxados (com cera líquida) e envernizados (com verniz demasiado fino e demasiado brilhante). Eles foram buscar o seu pseudo-estatuto às lojas de moda do pronto-a-vestir e do pronto-a-pensar, condimentando isso com a passagem rápida e enfastiada por meia dúzia de exposições da Gulbenkian e com um dormitar furtivo nas sessões mais badaladas da Cinemateca.

Sim, quem são eles? Eles são os barões dos partidos do “arco da governação”, os residentes nas inúmeras noites televisivas de má língua, os humoristas de vão de escada guindados ao prime time das televisões de sinal aberto. Eles são os comentadores disto e daquilo, os colunistas das inúmeras “Cornetas do Diabo”, os condes de abranhos que se tomam por Churchill, os dâmasos salcedes que se imaginam Carlos da Maia.

E é esta a tão famosa “elite” política, intelectual e cultural que desdenha de André Ventura e dos militantes e simpatizantes do Chega. É desta suposta elite que saem os líderes que nos debates se tratam uns aos outros com mil salamaleques mas a quem salta logo o verniz quando Ventura os enfrenta olhos nos olhos e os faz regressar, sem mesmo precisar de falar, ao mundo que era o deles antes da camada de verniz dada pelo pronto a vestir e pelo pronto a pensar. Eles são os donos - e os profiteurs - desta Democracia e temem ver-se desalojados das inúmeras sinecuras. E daí o elefante na sala, que faz temer pela integridade dos cristais, das terrinas de Cantão e dos pratos da Companhia das Índias, tudo comprado anteontem nos antiquários da rua de S. Bento e ainda com a etiqueta do preço nos fundos . E isso, só por si, já é bem divertido, e paga suficiente pelas chatices que “eles” nos dão.

PS. E cá em casa, na Ceia de Natal, senta-se tudo à mesa, mesmo o irmão que casou com a nova rica pindérica que se doutorou na London School of Economics e o primo centrista que é tudo e o seu contrário. Pode acabar tudo ao estalo, mas no ano a seguir lá estão todos outra vez sentados. Uma verdadeira família é assim!

- Diogo Pacheco Amorim



segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

O meu programa tem mais páginas do que o teu

 A minha amiga conta-me uma história:

«Um dia, em sala de aula, o professor disse-me: Ilda, dei-lhe uma nota mais baixa do que a Fulana, porque ela escreveu mais.

Diante de toda a turma, questionei:

Ela escreveu mais, ou escreveu melhor? É que, se escreveu melhor, concordo que tenha tido uma nota melhor, mas, se escreveu mais... Eu não sabia que o Sr. Professor gostava de palha ... »

Esta história veio à minha mente durante o debate de ontem entre o Dr. André Ventura e o Cotrim. 

Vou pegar nas frases mais marcantes do debate: 

Cotrim 

“A vossa estratégia falhou. Queriam ser a terceira força mas já não falam de sondagens, estão a perder gás”

- As sondagens? As mesmas que sempre deram a vitória a Medina na Câmara de Lisboa? Que nunca acertaram com os resultados que o CHEGA tem vindo a alcançar nas eleições e que dão sempre a vitória ao socialismo e à esquerda? 

“Querem tornar-se inevitáveis, mas ninguém os quer”

- Ninguém nos quer? Então, como é que Cotrim lê os resultados eleitorais? Quem teve melhores resultados nas presidenciais e nas autárquicas? A IL? Não! Já a IL, o PSD e o CDS não querem o CHEGA porque sabem que terão que fazer mudanças e acabar com a distribuição das clientelas.

“O Chega vai atrás de tudo o que possa dar votos”

- O CHEGA tem um programa muito claro do qual não abre mão e não o esconde num calhamaço cheio de páginas que nenhum eleitor lerá. O CHEGA é o único partido que expõe as feridas purulentas do socialismo e que não se vende, ora à esquerda, ora à direita, como a IL parece disposta a fazer. 

“André Ventura faz-me lembrar a Catarina Martins: custe que custar, não faz mal…” [A propósito da TAP]

- Sobre a TAP, discordo do presidente do meu Partido, mas se há alguém com quem ele jamais poderá ser comparado é com a Catarina Martins. Vai de retro! 

André Ventura

“A IL não quer saber de Portugal, só quer saber do lucro”

- Verdade. A IL defende um capitalismo absolutamente selvagem e isso ficou claro no debate de ontem.

“O Cotrim de Figueiredo está a fazer demagogia barata”

- O Cotrim, depois de acusar o André Ventura de não ser confiável e de mudar constantemente de opinião, engoliu em seco várias vezes e ficou claramente desconfortável quando foi confrontado com a proposta de que os estudantes do Ensino Superior pagassem os cursos durante 30 anos. Ao dizer que tal ideia já não consta do programa, só mostrou que também ele muda de ideias com alguma frequência e que estava a fazer demagogia barata quando acusou Ventura de algo que ele também faz.

“Vocês já se venderam ao PSD…”

- E já. Aliás, nos costumes são BE e na economia vendem-se a quem lhes dar lugares no governo. 

Termino com este comentário, que fiz na publicação de um amigo:

o Cotrim só revelou que é mais um partido que não espera que os eleitores leiam o seu programa político e que, por isso, pode meter lá coisas absolutamente absurdas e escondê-las até depois da eleições. O que o CHEGA fez, para estas eleições, foi um resumo de todo o programa, com os temas centrais e inegociáveis claros para que o eleitorado soubesse no que ia votar. A ideia de que um programa com muitas páginas é bom e outro, com poucas páginas, é mau, só entra na cabeça de quem vota PAN, que apresenta sempre programas enormes com propostas absolutamente execráveis. Ontem, vi um Cotrim disposto a fazer ataques pessoais (e um André a responder, claro) e a engolir em seco várias vezes. O momento em que acusa o CHEGA de mudar de opinião várias vezes e depois é confrontado com pontos do seu programa que já não fazem parte... Deixou-o absolutamente desconfortável. Mas houve mais...



domingo, 9 de janeiro de 2022

Debate entre o que nos destrói e o que nos pode livrar dessa destruição

Costa entrou ao ataque, mas acabou encostado às cordas por André Ventura

António Costa levava a estratégia estudada: transformar André Ventura num negacionista aos olhos do povo e atacar o programa do Chega.

Assim, tomou o lugar do moderador e atacou. A espaços parecia ter conseguido fazê-lo, mas quando o candidato do CHEGA começou a responder e a mostrar ao povo quem é de facto o 1º ministro... Arrasou António Costa:

Fala como se tivesse feito um milagre económico. Só no ano passado 400 mil portugueses foram enviados da classe média para a pobreza. O seu legado são 500 mil pensionistas que perderam o poder de compra. Pena que Rio nunca lhe tenha dito isso.

Desesperado, António Costa decidiu terminar com o combate à corrupção, lembrando André Ventura de que “em 19 de Novembro faltou ao Parlamento, num dia em que foram votados dois diplomas de combate à corrupção”.

Perante esta dádiva dos céus, Ventura respirou fundo e questionou: 

“o antigo ministro de José Sócrates a trazer a corrupção para cima da mesa? É de bradar aos céus. Devia pedir desculpa aos portugueses pelos inúmeros casos de corrupção que o PS gerou e por estarmos a julgar um ex-primeiro-ministro que nos tirou milhões.” 

A intervenção acabou com André Ventura a mostrar uma fotografia de António Costa e José Sócrates de mãos dadas num evento do partido.

 

“Qualquer socialista que viole a lei tem de ser responsabilizado e é uma vergonha para o PS”, foi a resposta de Costa, que frisou que perante a justiça não há filhos nem enteados, apesar dos vários antigos membros do Governo com processos judiciais em curso.

Irado, e sedento por atacar Ventura,  António Costa (e o colega moderador) esqueceram-se do tempo. O moderador ainda tentou acabar o debate e silenciar André Ventura, mas como este denunciou que ainda tinha cerca de três minutos para falar, e porque seria vergonhoso não lhos dar, o candidato do CHEGA fez uma viagem ao passado e trouxe à tona o processo Casa Pia, um dos casos mais mediáticos do tempo de Costa como ministro da Justiça:

“Há escutas suas a tentar interferir no processo Casa Pia. Nomeou Mário Centeno para o Banco de Portugal. A mim não me dá lições de combate à corrupção. Não tem historial de luta contra a corrupção. Não vou descansar enquanto o PS não seja afastado da esfera do poder”.


Arrasado, sem tempo para responder, Costa ainda fez uma ameaça velada a André Ventura, mas o debate estava ganho. 

Já depois do programa terminado, Costa voltou a abusar da sua posição para tentar desfazer o mal feito e a RTP3 - paga com o dinheiro dos nossos impostos - resolveu oferecer-lhe + 4 minutos, para, sem contraditório, rebater o que não conseguiu fazer no debate. Não bastou o "colega moderador" ter tentado roubar quase 3 minutos ao André Ventura, a RTP3 decidiu dar + 4 minutos ao PS para enganar os portugueses. #istoéimoral 

Claro que há os esquerdopatas, disfarçados de jornalistas, mas que são militantes activos das esquerdas, que dão sempre a vitória aos seus candidatos, mas negar a vitória do candidato do CHEGA é ridículo. 

#CHEGAdisto

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Debate entre a morte e a esperança de Portugal

O debate entre Rui Tavares e André Ventura foi mesmo entre "a morte do País" e a esperança de não o deixar mergulhar no socialismo e acabar na miséria. 

Rui Tavares representa a extrema-esquerda no pior que ela tem: cultura da morte [aborto e eutanásia], ideologia de género, promoção de toda a sorte de imoralidade, mais subsidio- dependência, subsídio de desemprego para quem se despeça, menos iniciativa privada, mais privatizações, mais impostos, ódio à nacionalidade e à soberania do país, fim das fonteiras e abertura de portas à substituição demográfica, acusações de racismo, xenofobia e demais "ismos" e "fobias" - aos portugueses que não pensam como a extrema-esquerda - menos segurança, fim das prisões, enfim, se o  LIVRE algum dia fosse governo seria o fim da Nação Portuguesa e a sua descida ao inferno comunista. 

Rui Tavares, depois da entrevista de emprego concedida a António Costa , naquele que deveria ter sido um debate entre PS e LIVRE, decidiu atacar André Ventura acusando-o, sem apresentar quaisquer provas, de ligações a corruptos... O mesmo Rui Tavares que lambeu as botas ao Medina, para ter um lugarzinho na CML, e que todos pudemos ver envolvido em inúmeras negociatas - corrupção activa - na autarquia. Não foi por acaso que a Fátima Felgueiras foi afastada do Sexta às 9. Quem se mete com o PS, leva.

 André Ventura desmascarou Rui Tavares e o seu inacreditável programa político (que procurei antes de escrever este post e não encontro em lado nenhum...), expondo toda a hipocrisia do presidente do LIVRE.

Rui Tavares, numa tentativa de ridicularizar o programa de CHEGA (que está disponível e pode ser lido por quem quiser) disse que... só tem 9 páginas. Não sei quantas páginas tem o do LIVRE, porque não o encontrei, mas sei aquilo que ele também sabe: os partidos d'extrema-esquerda escrevem programas eleitorais com muitas páginas porque sabem que ninguém os lê. É por isso que ainda vão tendo alguns votos... 

Já o CHEGA, que não tem nada a esconder, decidiu resumir o Programa Eleitoral para que todos os portugueses o pudessem ler. O CHEGA quer que os eleitores saibam no que vão votar e possam escolher, em consciência, o melhor programa para governar o País! 

O Rui conseguiu ler o programa do CHEGA e diz que não encontrou lá palavras como: cidade, universidade, interior, mar, ambiente, mulheres, constituição, etc. Bem, eu pensava que ele era uma pessoa inteligente... 

Quanto a falar de mulheres... O CHEGA não divide os portugueses por sexo, orientação sexual, cor de pele ou etnia; isso é o que o LIVRE faz. 

O presidente do LIVRE entrou a pés juntos e levou uma "sova" monumental. Valeram-lhe os esquerdopatas do Expresso e da CNN que lhe deram a vitória no debate. Mas, não duvido de que todos os portugueses, intelectualmente honestos, sabem quem venceu. 

O LIVRE é mais um partido da extrema-esquerda, que quer transformar Portugal numa Venezuela ainda mais pobre. 

#CHEGA!




quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Isto parece-me tão evidente que até tenho vergonha de o escrever…

Finalmente, alguém que, não sendo do Chega e não gostando do Chega, é intelectualmente honesto. Parabéns, Vasco Lobo Xavier

"Eu não sou do CHEGA porque não gosto do partido, do seu programa e do seu líder. E não voto nele porque gosto imenso de outro partido e de outro programa, ainda que o actual líder me tenha desiludido bastante nos últimos meses.

Mas percebo quem goste e vote no CHEGA. Já compreendo menos o ostracismo a que o CHEGA é votado e a forma como é tratado pela comunicação social e pelos comentadores, geralmente centralizados no Terreiro do Paço e arredores, e que a meu ver é contraproducente.

O CHEGA é a favor da prisão perpétua, é certo, mas chamar-lhe fascista por isso, como há pouco vi, num zapping, um comentador fazer, é disparate ou burrice. A prisão perpétua, nos seus diferentes moldes, não é apanágio nem privilégio único das ditaduras comunistas: existe em inúmeras democracias e logo aqui ao lado, já em Vigo ou Badajoz. Não é um tema sobre o qual eu tenha perdido muito tempo mas, dado o tipo de criminosos e crimes que vejo por aí, não me ofenderia completamente que existisse em Portugal a pena de prisão perpétua (não a irredutível) para determinados crimes (ou cumulação de crimes) e criminosos. É defensável ou criticável mas trata-se apenas de uma questão jurídica e política, nada mais. Nada tem de fascista ou de comunista ou de outro “ista” qualquer.

A castração química incomoda-me, ainda que para pedófilos recorrentes, por de certa forma a considerar como uma mutilação do corpo humano. Mas não existe só na Rússia: em muitas democracias europeias ela está prevista ou permitida. Na minha opinião, a pedofilia é a coisa mais miserável, nojenta e censurável que existe, pior que o homicídio. Violentar a inocência infantil não tem perdão. Mas, mesmo não concordando com ela, se a castração química for aplicável apenas com o consentimento do pedófilo ou mesmo a seu pedido, como acontece em muitos países, que razão há para criticar? Se se defende que as pessoas possam pedir para serem mortas, como se pretende com a eutanásia (sem que se apelidem de fascistas ou de nazis ou de comunistas os seus defensores), que razão existirá para negar a um pedófilo que considera não se conseguir conter o pedido ou o consentimento para ser castrado quimicamente?

Eu não sou a favor, mas percebo que haja quem defenda tal solução e que a mesma seja discutida. Discutiu-se (e permitiu-se) a possibilidade de abortar um ser vivo saudável no ventre de uma mulher, apenas porque quer; discutiu-se (e pretende-se permitir com a eutanásia) a morte de um ser vivo apenas porque quer; depois disto, discutir-se a castração química de um pedófilo porque pede ou consente em tal coisa parece-me coisa menor. Ainda que não concorde, sublinho.

Diz-se que o CHEGA apela à discriminação de etnias. Eu sou contra a discriminação de etnias. Eu sou contra qualquer discriminação. Eu sou contra a discriminação dos fumadores, dos bebedores, dos caçadores, dos pescadores, dos mentirosos, dos amantes da carne vermelha, do sal no pão, do sal em geral, do açúcar, contra a discriminação dos amantes das corridas de toiros ou de galgos, dos jogadores de golf, dos corredores de automóveis e de tudo o mais que se possam lembrar, até dos roedores de unhas (embora tenha pouca paciência para os perdigoteiros, principalmente com mau hálito e muito particularmente se tendem em falar em cima dos outros). Eu sou até contra a discriminação dos vegan, vegetarianos e dos apoiantes do PAN: cada um é como quer desde que não incomode os outros. Mas há questões que têm de ser enfrentadas e tratadas, não podem ser varridas para debaixo do tapete.

Para lá do Terreiro do Paço e dos gabinetes das Universidades (que os Bloquistas ocuparam) existem problemas sérios no país com grupos de pessoas, não interessa quais sejam. Se são grupos de caucasianos ou não, se são brancos, pretos, amarelos ou azuis, se são portugueses de gema ou não, isso não importa: importa antes enfrentar e resolver os problemas que afligem as populações. Não o fazer porque os grupos de pessoas são compostos por brancos, pretos, azuis ou amarelos, fulanos, beltranos ou ciganos, isso sim é que é racismo ou xenofobia, para além de uma abstenção do Estado nas funções que deveria desempenhar. O país não pode recusar-se a constatar, enfrentar e resolver problemas que existem no seu seio, e que afectam os seus, por ter medo de ser considerado xenófobo e racista por um punhado de Bloquistas e Socialistas mais esquerdistas (não incluo aqui os Comunistas porque estes sabem muito bem o que se passa no interior Alentejano, ou na Beira Interior e até em Trás-os-Montes).

Isto parece-me evidente e o CHEGA cavalga esta evidência porque os partidos civilizados, acobardados por gente como a malta do Bloco e as três ou quatro pessoas do Livre, amplificados pela comunicação social, esconderam os problemas e esconderam-se deles. Agora queixam-se mas foram esses partidos, que andaram a assobiar para o lado, sem fazer nada, sem constatarem e enfrentarem os problemas, que ofereceram o palco ao CHEGA. O CHEGA chegou e está a utilizá-lo e a servir-se dele, está no seu direito: em terra de cegos, quem tem um olho é rei.

Reitero: eu não gosto nem voto no CHEGA, mas percebo quem goste e vote. Não percebo é o modo como alguns sectores insistem em tratá-lo, ou às questões que trata, e que só o beneficia.

Isto tudo parece-me tão evidente que até tenho vergonha de o escrever…”

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Debate com o vice de António Costa

Num debate claramente ganho por André Ventura, Rui Rio deixou claro que, após tantos anos a arrastar a asa e a ser rejeitado, tenciona "casar" com António Costa e fazer na Assembleia da República o mesmo que fez em Santarém, onde, depois de ter os votos do povo - que estava farto do socialismo e lhe deu um empate - fez um acordo com... o socialismo, traindo assim os escalabitanos. 

O Dr. Rui Rio entrou "a pés juntos" numa tentativa desesperada de ser politicamente correcto e convencer o eleitorado de que:

  • O CHEGA  quer acabar com o regime "democrático", que ele defende com unhas e dentes, mas lá acabou por dizer que, afinal, o regime instalado desde o 25 de Novembro está a ficar cada vez menos democrático e que é preciso fazer alguma coisa;
  •  André Ventura é demasiado radical e instável, e, por isso, é praticamente impossível um acordo de governo após as eleições.
Mas, logo a seguir, depois de ser confrontado com as perguntas directas do presidente do CHEGA, percebemos que concorda com praticamente tudo o que o CHEGA defende "com alguns ajustes". 

O presidente do CHEGA foi igual a si mesmo: acutilante, assertivo e directo. Começou por encurralar Rui Rio apontando o que quer mudar no país:

  • Acabar com a subsidio dependência daqueles que beneficiam dela sem de facto precisarem;
  •  prisão perpétua para crimes hediondos;
  • o número elevadíssimo de deputados na Assembleia da República e nas autarquias, que tornam a máquina do Estado pesadíssima;
  •  a vergonha de haver políticos corruptos, condenados, a ganhar 3000€ de reformas vitalícias;
  •  e a castração química de pedófilos;
  • o combate à corrupção.
Imediatamente a seguir perguntou-lhe se era contra essas medidas, se era por isso que não queria acordos com o CHEGA. 

Visivelmente desconfortável, Rui Rio lá foi tentando explicar-se e fugir às acusações que André Ventura lhe "atirava", mas não conseguiu escapar à acusação de ter estado sempre ao lado do PS, de ter votado 60% das vezes ao lado do governo e de ter sido  decisivo para o fim dos debates quinzenais. Resumindo: Rui Rio foi o melhor aliado de António Costa e deseja ardentemente fazer coligação à esquerda e não à direita. 

Votar no PSD não é "votar útil", mas sim dar a Rui Rio a oportunidade de ser o vice de António Costa. Como disse André Ventura: «Este homem quer ser vice-primeiro ministro de António Costa, eu quero mudar o país.» 

André Ventura venceu o debate e eu só espero que, no dia 30 de Janeiro, o povo português não queira mais do mesmo e não entregue o país aos do costume. 

#CHEGA 

#Éhorademudar 



segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Uma mão cheia de nada

 #istoésocialismo

6 anos de DESgoverno e apresenta um vazio de ideias cheio de palavras "caras", com promessas de um regime de recrutamento que irá mudar - o que sempre prometem antes da eleições, mas nunca cumprem - sem incentivos à valorização da carreira docente... Resumindo: Uma mão cheia de nada. #CHEGA!



Debate CHEGA X PSD

 Hoje, o debate será entre o André Ventura e o Rui Rio! 

Claro que, mais uma vez e à semelhança do que aconteceu ontem, independentemente da prestação do Dr. André Ventura, a comunicação social dará a vitória ao Dr. Rui Rio. 

Amanhã, se Deus quiser, cá estarei para comentar o debate. 



"Os privilegiados"

 #istosoueuaperguntar

Ontem, a Catarina acusou o CHEGA de defender os patrões "os privilegiados"... Mas, não são as esquerdas que apelam à necessidade da entrada de imigrantes para fazerem o trabalho escravo e mal pago, que os desempregados portugueses não querem fazer?
Não são as esquerdas que pagam mais a quem está em casa sem fazer nada do que aos imigrantes que trabalham e vivem em condições miseráveis?
Não seria melhor pagar ordenados melhores aos 800 000 desempregados portugueses, para trabalharem no seu país, do que usar e abusar de imigrantes que nem a língua portuguesa falam?
Ou, não estará o BE a olhar apenas para as verbas europeias pagas por cada imigrante (das quais nem metade chegam aos imigrantes) e para o seu potencial eleitorado?