Em Setúbal, bastou o Chega votar contra o financiamento
público a duas companhias de teatro locais para que o sistema entrasse em
convulsão. Imediatamente, vozes do costume vieram "rasgar as vestes",
clamando contra a censura e o fim da cultura. Este texto é a resposta a esse
teatro de indignação fingida.
Hoje, em Portugal, para receber um subsídio público parece
que se tem de ajoelhar perante o altar da ideologia de género. Homem que se diz
mulher? Arte. Mulher que se recusa a ser chamada de “pessoa menstruante”?
Fascismo. Crianças de 8 anos a serem ensinadas que o sexo é um “espectro” nas
peças financiadas pelo Ministério da Cultura? “Inclusão”.
O Queer Lisboa e o Queer Porto – festivais inteiramente
pagos com o nosso dinheiro – são o expoente máximo desta podridão. Filmes que
celebram pedofilia disfarçada de “amor intergeracional”, performances que
exibem perversões sexuais explícitas no palco, drag queens a ler histórias a
crianças enquanto a esquerda grita “arte!”. E a RTP? Um canal público que
parece gerido pelo Bloco de Esquerda: reportagens babadas sobre “pessoas
não-binárias”, séries que transformam a família tradicional em piada, debates
onde qualquer conservador é tratado como criminoso.
O feminismo radical completa o pacote: homens a invadir
desportos femininos, abortos tardios celebrados como “empoderamento”,
maternidade ridicularizada como “prisão patriarcal”. Tudo isto com o selo de
aprovação do Estado. Quem paga? O contribuinte português médio, esse otário que
ainda acredita que a cultura deve servir o povo e não a agenda de uma minoria
barulhenta e doente.
O Ódio Visceral à Direita: Doutrinação 24/7
Na cultura portuguesa actual, ser de direita é o novo pecado
mortal. Filmes, peças de teatro, livros escolares, exposições – todos pintam o
conservador como ignorante, retrógrado, perigoso. O Chega é “extrema-direita”,
André Ventura é “fascista”, quem defende a família natural é “homofóbico”.
Enquanto isso, comunistas, anarquistas e queers que defendem a abolição da
família são “vanguarda progressista”.
Esta não é arte. É guerra cultural. Guerra que a esquerda ganha há 50 anos porque nunca encontrou oposição séria.
A Verdadeira Culpa: A Direita Traidora, a Direita que a
Esquerda Ama
Aqui está o cancro que ninguém quer operar: a direita
caviar, a direita “decente”, a direita que tem vergonha de si própria. PSD e
CDS passaram décadas a aprovar leis de género, a financiar festivais queer, a
colocar activistas LGBT nos conselhos de administração da RTP, a deixar que a
ideologia de género entrasse nas escolas. Porquê? Porque têm pavor de serem
acusados de “atrasados”. Porque querem convites para jantares em Belém, porque
querem aparecer no Público como “moderados responsáveis”.
São os idiotas úteis perfeitos da esquerda: entregam o
terreno cultural sem disparar um tiro, depois choram quando perdem as eleições.
Esta é a direita que a esquerda adora: a que nunca corta um euro aos festivais
da perversão, a que aprova leis que destroem a distinção homem/mulher, a que se
ajoelha perante o politicamente correcto para não perder o estatuto de “direita
civilizada”. Enquanto isso, a verdadeira direita – aquela que defende Deus,
Pátria, Família e Verdade – é empurrada para a marginalidade.
Resultado? A cultura portuguesa está morta. O que resta é um
cadáver putrefacto, cheio de glitter, hormonas e ódio a tudo o que é normal,
português e cristão.
Acabou a Comédia
Basta. A verdadeira direita não pede licença para existir.
Reconquista a cultura ou morre com ela. Exige-se:
- Fim imediato dos subsídios a festivais queer, peças trans e propaganda de género.
- Auditoria completa aos dinheiros públicos gastos em “cultura” nos últimos 20 anos.
- Criação de uma rede de produção cultural conservadora: teatros, editoras, festivais que celebrem a identidade portuguesa, a família, a biologia e a moral cristã.
- Directores de teatros, cinemas e RTP nomeados por mérito, não por militância ideológica.
Portugal não é um laboratório de experiências woke. É uma
nação com quase 900 anos de história, enraizada na fé cristã, na família e na
verdade. Essa nação ainda existe no coração da maioria silenciosa.
Chegou a hora de transformar a indignação em acção. A esquerda roubou-nos a cultura e a direita caviar permitiu-o. A reconquista pela direita verdadeira começa aqui: pondo fim imediato à injecção de dinheiros públicos na propaganda de esquerda woke. Uma nação sem cultura própria é uma nação escrava — e Portugal não nasceu para servir ninguém, muito menos uma esquerda degenerada ou uma direita traidora.
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