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quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

Debate entre a morte e a esperança de Portugal

O debate entre Rui Tavares e André Ventura foi mesmo entre "a morte do País" e a esperança de não o deixar mergulhar no socialismo e acabar na miséria. 

Rui Tavares representa a extrema-esquerda no pior que ela tem: cultura da morte [aborto e eutanásia], ideologia de género, promoção de toda a sorte de imoralidade, mais subsidio- dependência, subsídio de desemprego para quem se despeça, menos iniciativa privada, mais privatizações, mais impostos, ódio à nacionalidade e à soberania do país, fim das fonteiras e abertura de portas à substituição demográfica, acusações de racismo, xenofobia e demais "ismos" e "fobias" - aos portugueses que não pensam como a extrema-esquerda - menos segurança, fim das prisões, enfim, se o  LIVRE algum dia fosse governo seria o fim da Nação Portuguesa e a sua descida ao inferno comunista. 

Rui Tavares, depois da entrevista de emprego concedida a António Costa , naquele que deveria ter sido um debate entre PS e LIVRE, decidiu atacar André Ventura acusando-o, sem apresentar quaisquer provas, de ligações a corruptos... O mesmo Rui Tavares que lambeu as botas ao Medina, para ter um lugarzinho na CML, e que todos pudemos ver envolvido em inúmeras negociatas - corrupção activa - na autarquia. Não foi por acaso que a Fátima Felgueiras foi afastada do Sexta às 9. Quem se mete com o PS, leva.

 André Ventura desmascarou Rui Tavares e o seu inacreditável programa político (que procurei antes de escrever este post e não encontro em lado nenhum...), expondo toda a hipocrisia do presidente do LIVRE.

Rui Tavares, numa tentativa de ridicularizar o programa de CHEGA (que está disponível e pode ser lido por quem quiser) disse que... só tem 9 páginas. Não sei quantas páginas tem o do LIVRE, porque não o encontrei, mas sei aquilo que ele também sabe: os partidos d'extrema-esquerda escrevem programas eleitorais com muitas páginas porque sabem que ninguém os lê. É por isso que ainda vão tendo alguns votos... 

Já o CHEGA, que não tem nada a esconder, decidiu resumir o Programa Eleitoral para que todos os portugueses o pudessem ler. O CHEGA quer que os eleitores saibam no que vão votar e possam escolher, em consciência, o melhor programa para governar o País! 

O Rui conseguiu ler o programa do CHEGA e diz que não encontrou lá palavras como: cidade, universidade, interior, mar, ambiente, mulheres, constituição, etc. Bem, eu pensava que ele era uma pessoa inteligente... 

Quanto a falar de mulheres... O CHEGA não divide os portugueses por sexo, orientação sexual, cor de pele ou etnia; isso é o que o LIVRE faz. 

O presidente do LIVRE entrou a pés juntos e levou uma "sova" monumental. Valeram-lhe os esquerdopatas do Expresso e da CNN que lhe deram a vitória no debate. Mas, não duvido de que todos os portugueses, intelectualmente honestos, sabem quem venceu. 

O LIVRE é mais um partido da extrema-esquerda, que quer transformar Portugal numa Venezuela ainda mais pobre. 

#CHEGA!




quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

Debate de primos

 CAOS!

Linhas vermelhas -----

CAOS! 

Linhas azuis -----

CAOS! 

Linhas --------

O Chiquinho parecia um garnizé, sempre a "cantar alto" para não responder a nada, a tremer que se fartava... sempre à procura da câmera, e a pensar no CHEGA! 

Ficou-me no ouvido a parte em que defendeu que a  RTP deve continuar a ser uma empresa do Estado - ainda que se farte de dar prejuízo - porque lhe deu tempo de antena... Ai Chiquinho... Só lhe gabo ter falado do Artur Mesquita Guimarães, da ideologia de género e da cultura do cancelamento. Pouco, mas falou. 

O Cotrim, bem, o Cotrim, com aquele ar de menino-bem-educadinho, teve dificuldade em debater com um Chiquinho tão nervoso e já só apelava a "um país mais arejado"... Será que se esqueceu que somos um país à beira-mar... Arejadíssimo?

No fim, o Chiquinho lá tentou fazer as pazes, mas foi enxotado e ficou amuado. 

Sobre política... Era isso que se ia debater, não era? Pois... Mas, além do barulho só ficámos com  a certeza de que não viabilizam um governo alternativo ao socialismo se o CHEGA fizer parte. 

Ou seja: preferem ver a esquerda no poder a deixarem de ser a "direitinha" que a esquerda tolera. E, para eu dar umas valentes risadas, ainda disseram, sem se rir, que se não houver uma maioria de Direita a culpa será do CHEGA - porque eles os dois não a viabilizam - mas, se o CHEGA não fizer parte, eles os dois não chegarão para haver essa maioria... logo... Devem ter ficado confusos por causa do barulho... 

 


terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Debate com o vice de António Costa

Num debate claramente ganho por André Ventura, Rui Rio deixou claro que, após tantos anos a arrastar a asa e a ser rejeitado, tenciona "casar" com António Costa e fazer na Assembleia da República o mesmo que fez em Santarém, onde, depois de ter os votos do povo - que estava farto do socialismo e lhe deu um empate - fez um acordo com... o socialismo, traindo assim os escalabitanos. 

O Dr. Rui Rio entrou "a pés juntos" numa tentativa desesperada de ser politicamente correcto e convencer o eleitorado de que:

  • O CHEGA  quer acabar com o regime "democrático", que ele defende com unhas e dentes, mas lá acabou por dizer que, afinal, o regime instalado desde o 25 de Novembro está a ficar cada vez menos democrático e que é preciso fazer alguma coisa;
  •  André Ventura é demasiado radical e instável, e, por isso, é praticamente impossível um acordo de governo após as eleições.
Mas, logo a seguir, depois de ser confrontado com as perguntas directas do presidente do CHEGA, percebemos que concorda com praticamente tudo o que o CHEGA defende "com alguns ajustes". 

O presidente do CHEGA foi igual a si mesmo: acutilante, assertivo e directo. Começou por encurralar Rui Rio apontando o que quer mudar no país:

  • Acabar com a subsidio dependência daqueles que beneficiam dela sem de facto precisarem;
  •  prisão perpétua para crimes hediondos;
  • o número elevadíssimo de deputados na Assembleia da República e nas autarquias, que tornam a máquina do Estado pesadíssima;
  •  a vergonha de haver políticos corruptos, condenados, a ganhar 3000€ de reformas vitalícias;
  •  e a castração química de pedófilos;
  • o combate à corrupção.
Imediatamente a seguir perguntou-lhe se era contra essas medidas, se era por isso que não queria acordos com o CHEGA. 

Visivelmente desconfortável, Rui Rio lá foi tentando explicar-se e fugir às acusações que André Ventura lhe "atirava", mas não conseguiu escapar à acusação de ter estado sempre ao lado do PS, de ter votado 60% das vezes ao lado do governo e de ter sido  decisivo para o fim dos debates quinzenais. Resumindo: Rui Rio foi o melhor aliado de António Costa e deseja ardentemente fazer coligação à esquerda e não à direita. 

Votar no PSD não é "votar útil", mas sim dar a Rui Rio a oportunidade de ser o vice de António Costa. Como disse André Ventura: «Este homem quer ser vice-primeiro ministro de António Costa, eu quero mudar o país.» 

André Ventura venceu o debate e eu só espero que, no dia 30 de Janeiro, o povo português não queira mais do mesmo e não entregue o país aos do costume. 

#CHEGA 

#Éhorademudar