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segunda-feira, 16 de março de 2026

Alerta aos Pais: Os Riscos das Práticas Médicas de Afirmação de Género em Portugal e a Resistência Política à Mudança

 


Num momento em que o debate sobre a identidade de género assume contornos cada vez mais polarizados, é imperativo que os pais estejam atentos às práticas adoptadas por alguns profissionais de saúde em Portugal. Com base no recente alerta lançado pela jornalista Marisa Antunes no LinkedIn — que expõe uma lista de médicos e psicólogos defensores de intervenções rápidas em crianças e jovens com questões identitárias —, este post visa alertar para os perigos associados a tais abordagens. Estes profissionais, muitos deles ligados ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), parecem ignorar as crescentes evidências científicas que questionam a segurança e a eficácia de tratamentos como os bloqueadores hormonais e as transições de género aceleradas. Mais grave ainda: são os mesmos que subscreveram um parecer da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) para tentar descredibilizar e travar o projecto de lei do CHEGA, que visa revogar a Lei 38/2018 (a lei da autodeterminação de género), seguindo-se propostas semelhantes do PSD e do CDS-PP.

As Práticas Questionáveis e a Ignorância Deliberada de Evidências Científicas

A publicação de Marisa Antunes destaca profissionais como Pedro Morgado, coordenador regional de Saúde Mental na ARS-Norte, Marco Gonçalves, da unidade de género do Hospital Júlio de Matos, e André Ribeirinho Marques, do Hospital Egas Moniz. Estes, entre outros, defendem o modelo de "medicina de afirmação de género", que promove transições sociais e médicas imediatas baseadas apenas nas "percepções" dos jovens, muitas vezes após consultas curtas de 15 minutos. 

Antunes acusa-os de prescreverem hormonas a crianças a partir dos 11 anos, negligenciando comorbilidades como o autismo, traumas ou homofobia interiorizada.

Este modelo segue as directrizes da World Professional Association for Transgender Health (WPATH), uma organização internacional criticada por priorizar dogmas ideológicos em detrimento da ciência. Em Março de 2024, fugas de informação internas da WPATH — conhecidas como "WPATHFiles" — revelaram discussões alarmantes, incluindo admissões de que pacientes adolescentes não compreendem plenamente os impactos na fertilidade e na função sexual. Alguns médicos admitiram que falar de preservação da fertilidade com um jovem de 14 anos é como "falar com uma parede em branco", enquanto a presidente da WPATH, Marci Bowers, comentou os efeitos negativos dos bloqueadores de puberdade na função sexual adulta. Os arquivos sugerem ainda ligações potenciais entre terapias hormonais e riscos de cancro, como tumores no fígado em pacientes jovens.

Apesar de haver quem aponte a descontextualização nestas fugas, elas expõem uma falta de consenso ético e científico, com profissionais a admitirem que os tratamentos são experimentais e carecem de evidência robusta de benefícios a longo prazo. Adicionalmente, o Relatório Cass, publicado em Abril de 2024 no Reino Unido após uma revisão independente de quatro anos, concluiu que a medicina de género está "construída sobre fundações instáveis". A evidência relativa a bloqueadores de puberdade e hormonas cruzadas é considerada "fraca e inadequada". O relatório recomenda uma abordagem holística, priorizando o apoio psicossocial e mental em vez de intervenções médicas precipitadas, e alerta que as transições sociais precoces tornam o caminho médico mais provável. Países como a Finlândia e a Suécia já adoptaram posturas mais cautelosas, restringindo estes tratamentos. Contudo, em Portugal, estes profissionais continuam a defender práticas refutadas globalmente, apelidando-as de "medidas afirmativas", como sublinhado por Antunes.

A Resistência Política: O Parecer da SPSC contra a Revogação da Lei 38/2018

Não satisfeitos em manter práticas médicas questionáveis, este grupo de profissionais subscreveu um parecer da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) para se opor ao projecto de lei do CHEGA, apresentado em Janeiro de 2026, que visa revogar a Lei 38/2018. Esta lei permite a autodeterminação de género a partir dos 16 anos sem diagnóstico médico obrigatório. O CHEGA argumenta que a lei ignora evidências científicas recentes e propõe o regresso a um modelo que exija diagnóstico clínico e maioridade para mudanças de sexo.

O parecer da SPSC critica a proposta como "negacionismo científico", alegando que o retrocesso ameaça a saúde mental das pessoas trans. No entanto, esta posição ignora as conclusões do Relatório Cass e os "WPATH Files". Os signatários — incluindo os clínicos listados por Antunes — parecem priorizar a ideologia sobre a precaução. Seguiram-se projectos do PSD e do CDS-PP que também propõem a exigência de validação médica. Esta resistência não é neutra: ao subscreverem o parecer, estes profissionais contribuem para perpetuar um sistema que expõe os jovens a riscos desnecessários, bloqueando reformas baseadas em ciência actualizada.

Um Apelo à Vigilância e à Acção

Pais, não permitam que ideologias radicais ditem o futuro dos vossos filhos. Exijam abordagens baseadas na evidência, tal como recomendado pelo Relatório Cass: avaliações holísticas, apoio psicológico e tempo para a maturação. Partilhem alertas como o de Marisa Antunes e apoiem reformas legislativas que priorizem a protecção de menores. A revogação da Lei 38/2018 não é um ataque a direitos, mas sim uma defesa da ciência e da dignidade humana. Ignorar os riscos é negligência; agir é um acto de responsabilidade.

quinta-feira, 12 de março de 2026

A Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica: Fanáticos Ideológicos que Transformam Crianças em Cobaias de uma Religião de Género




Chega de eufemismos. Chega de “cuidados afirmativos”, “bloqueadores da puberdade” e outras mentiras bonitinhas que a esquerda genderista usa para disfarçar o que realmente é: mutilação química e cirúrgica de crianças. 

Enquanto a jornalista Marisa Antunes expõe no LinkedIn a proposta do PSD para revogar a Lei 38/2018 – aquela aberração que permite a qualquer miúdo de 16 anos mudar de sexo no Cartão de Cidadão como quem muda de roupa –, a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) continua a defender, em parecer técnico-científico fresco de Fevereiro de 2026, o uso de bloqueadores e hormonas cruzadas em menores. Eles dizem, com cara de seriedade académica, que estes venenos “melhoram o funcionamento global e diminuem a ideação suicida”. 

Mentira. Mentira deslavada. A SPSC está cega, surda e ideologicamente possuída. Ignora, com arrogância criminosa, o que aconteceu nos países que foram pioneiros nesta loucura e agora correm desesperados para travar o massacre que eles próprios provocaram.

Vejam os factos, sem filtro:

  • Reino Unido – o berço do “protocolo holandês” – proibiu indefinidamente, em Dezembro de 2024, os bloqueadores de puberdade para menores com disforia de género. A Revisão Cass (2024) foi clara: “evidências notavelmente fracas”, “benefícios não comprovados”, riscos graves para ossos, fertilidade e cérebro em desenvolvimento. Em 2025 e 2026 o ban foi mantido e até reforçado. O NHS admite agora que estava a fazer experiências em crianças sem base científica.
  • Suécia, que inventou grande parte desta abjecção, suspendeu em 2022 o uso rotineiro de bloqueadores e hormonas fora de ensaios clínicos. Em 2025 continua a restringir drasticamente. O aumento explosivo de adolescentes (sobretudo raparigas) a pedir transição revelou-se uma moda social contagiosa, não uma “identidade inata”.
  • Finlândia (2020), Noruega (2023), Dinamarca (2023) – todos viraram as costas aos “cuidados afirmativos”. Priorizam agora psicoterapia intensiva. Porque descobriram o óbvio: 80-90% das crianças com disforia de género desistem naturalmente na puberdade se não forem medicalizadas.
  • França – a Academia Nacional de Medicina avisou em 2022: esterilidade, problemas ósseos, consequências emocionais graves. Recomenda “extrema prudência”.

Portugal, atrasado como sempre em matéria de modas destrutivas, resolveu importar esta infâmia depois de toda a Europa já ter percebido que era um erro catastrófico. E a SPSC, em vez de aprender com os vizinhos, dobra a aposta. Porquê? Porque não é ciência. É religião. A religião do género fluido, onde o sexo biológico é “opressão”, onde uma criança que diz “sou menino preso num corpo de menina” aos 10 anos tem de ser imediatamente dopada com lupron (o mesmo medicamento usado em agressores sexuais para castrá-los quimicamente). 

Esta gente não está a “salvar vidas”. Está a criar uma geração de eunucos estéreis, com ossos frágeis, cérebros danificados e arrependimentos que chegam tarde demais. 

Os detransitioners – cada vez mais, cada vez mais jovens – contam histórias de pesadelo: mastectomias desnecessárias, vozes quebradas para sempre, orgasmos perdidos, depressão que piorou depois da “afirmação”. E a SPSC responde com o mantra: “os riscos são monitorizados e reversíveis”. Reversíveis uma ova. A puberdade não é uma doença. É o processo natural que transforma crianças em adultos férteis. Bloqueá-la é um crime contra a biologia humana. Quem o faz, sabendo o que a Cass Review e os escandinavos revelaram, não é “sexólogo”. É cúmplice de experimentação médica em menores. Marisa Antunes tem razão: é altura de responsabilizar estes médicos e psicólogos. É altura de processá-los. É altura de os pais acordarem e dizerem NÃO à ideologia que quer roubar a infância dos seus filhos para alimentar o ego de activistas e o lucro da indústria farmacêutica e cirúrgica trans.

A proposta do PSD, Chega, CDS e IL para voltar à Lei de 2011 (maioridade e avaliação rigorosa) não é “transfobia”. É sanidade. É protecção infantil básica. A SPSC que continue a abraçar a sua fé woke. A história julgará estes ideólogos como os charlatães que são: os Mengele da geração gender. Portugal ainda pode evitar tornar-se o último laboratório europeu de mutilação de crianças. Basta ter coragem de dizer a verdade nua e crua: 

Sexo não é um sentimento. Crianças não são cobaias. E quem defende o contrário não é progressista – é perigoso.