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terça-feira, 25 de janeiro de 2022

Ainda a vinda à Póvoa de Varzim do Dr. André Ventura

 

Dois dias depois da recepção ao Dr. André Ventura, aqui na Póvoa de Varzim, ainda sinto a alegria de ver aquele brilho nos olhos do presidente do meu partido.

E, não, as centenas de pessoas que se juntaram para o receber e ouvir não eram militantes de outras concelhias ou distritos, mas sim cidadãos da Póvoa e arredores, que nos encheram o coração de alegria e mostraram, mais uma vez, que o CHEGA é o partido do cidadão comum, e que o André é o homem de quem todos falam – bem ou mal - nas mesas de café, nas filas de supermercado e um pouco por todo o lado.

Nós, Concelhia da Póvoa de Varzim, não fizemos nada além de planear, anunciar na rádio Onda Viva e no Póvoa Semanário, pedir à Câmara para nos ceder o coreto e o palco de pedra, decorar tudo e esperar a reacção das nossas gentes.

Não posso esquecer aquela senhora pequenina, de cabelos brancos, com 72 anos, que nos contou:

- Fui fazer a feira de manhã (72 anos e ainda trabalha nas feiras) e quando cheguei a casa liguei o rádio e acendi o fogão para fazer o almoço. De repente, ouvi: o CHEGA vai estar na Póvoa de Varzim.

Que se lixe o almoço, desliguei o fogão, voltei a vestir o casaco, apanhei o Metro e aqui estou eu para ver o André Ventura! CHEGA!  

Sim, ela veio do Porto e ficou até ao fim.

São estas histórias que a comunicação social não conta. Tanta comunicação social e não houve uma única entrevista às pessoas que, com cachecóis, bandeiras e uma alegria contagiante, aguardavam a chegada do Dr. André Ventura, 

Acredito que aquele banho de multidão foi um oásis no deserto dos ataques constantes - por parte do sistema e da comunicação social que o serve – e que o Dr. André Ventura jamais esquecerá a Póvoa de Varzim e os poveiros.

Quanto a mim, em nome da Concelhia da Póvoa de Varzim, agradeço a cada um daqueles que se juntaram a nós para receber o André e tornaram possível este momento único. Juntos, vamos mudar Portugal.

#CHEGA

#ÉHoraDeMudar










sábado, 15 de janeiro de 2022

O CHEGA quer colocar quem recebe Subsídio de Desemprego a fazer trabalho comunitário?

 Ontem, no debate entre o Dr. André Ventura [CHEGA!] e a Inês Sousa Real [PAN], a moderadora puxou de uma das 100 Medidas de Governo para atacar o candidato da direita: 

«Então uma das medidas é que quem recebe subsídio de desemprego tenha que fazer trabalho comunitário, quando está a receber apenas aquilo que descontou?»

O André negou que o documento falasse das pessoas que recebem subsídio de desemprego, a moderadora insistiu que sim, que era o que estava lá escrito, mas MENTIU. 

  • Medida 70 – A banalização da atribuição do RSI tem-se manifestado negativa para o mercado de trabalho, com consequência directa no desenvolvimento económico. Nesse sentido, propomos que os usufrutuários deste rendimento portadores de condições físicas e psicológicas que lhes permitam trabalhar em normalidade, ingressem num programa de trabalho para a comunidade.

Mas, convenhamos, ainda que a medida falasse dos que recebem subsídio de desemprego, qual era o escândalo? Não é o que já se faz? 

Quantas pessoas, que recebem Subsídio de Desemprego, fazem "Trabalho Ocupacional" nas escolas, autarquias e demais entidades públicas, 8:00h por dia, 5 dias por semana, por + cento e muitos euros por mês (a parte que as entidades pagam)? E, se não aceitarem... Acaba o subsídio!?

Como é que a moderadora não sabe disto e acusa o CHEGA de propor aquilo que o socialismo faz há anos? 

Aliás, o socialismo já OBRIGA aqueles que nem sequer recebem subsídio de desemprego, mas estão inscritos no IEFP, a fazer trabalho ocupacional - 8 horas por dia, 5 dias por semana - a troco de 300 a 400€ por mês, só para se manterem inscritos. 

Ai, e tal, é um curso de formação profissional! Curso de formação profissional, a fazer limpeza no quartel do Exército? A fazer férias de alguém ou a fazer limpeza nas Câmaras Municipais, nas escolas, misericórdias, etc.? A ocupar o lugar de alguém que poderia ser empregado e ganhar pelo menos o ordenado mínimo? 

O que o socialismo não faz, nem nunca fez, é colocar aqueles a quem paga para não fazer nada a fazer trabalho comunitário em troca do que recebe. Isso é que não. Afinal... Ganha tão pouco para não fazer nada... Tadinho. 

«As pessoas que recebem Subsídio de Desemprego já descontaram para  isso.»? 

Nem sempre e creio que cada vez menos. 

Antigamente, quando as pessoas eram despedidas ao fim de muitos anos a trabalhar, sim, mas isso acontece cada vez menos.

Conheço pessoas que trabalham 18 meses, fazem tudo para ser despedidas, recebem fundo de desemprego durante 12 meses (ou mais, caso não consigam arranjar trabalho entretanto), quando acaba o fundo voltam a trabalhar 18 meses e a repetir o ciclo, vez após vez. Conheço muitos que só vão pedir carimbos às empresas, para provarem que andaram à procura de trabalho, mas que avisam logo que só querem o carimbo. Outros há, que têm instruções das próprias autarquias (onde fazem trabalho ocupacional) para irem a determinado gabinete da CM buscar o carimbo. E, recentemente, soube da dificuldade de uma amiga em arranjar funcionários porque andam a fazer cursos de formação profissional (da treta, diga-se de passagem) no centro de emprego e, assim que termina um, já estão inscritos no próximo...  Enfim, não falta quem não queira trabalhar e quem se aproveite de mão de obra barata e dos dinheiros que vêm lá de fora.

Por isso, não é verdade que todas as pessoas que recebem fundo de desemprego tenham descontado para isso, pois o que descontaram nos meses que trabalharam não chega para pagar dois meses de fundo de desemprego. 

É por tudo isso que o sistema promove cada vez mais absentismo e subsídio dependência - para aumentar o eleitorado do PS & CIA e perpetuá-los no poder.  E é também por isso que sempre defendi um sistema em que os trabalhadores descontassem um valor mensal para um fundo de garantia e, quando fossem despedidos - e só em caso de despedimento, pois quem se despede é porque já tem outro trabalho - levantassem esse fundo e tivessem que arranjar trabalho antes que ele acabasse. Este, sim, é um sistema justo.  

#CHEGA! #ÉHoradeMudar



quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

"Direita" suicida

 Quando o muro de Berlim caiu e a URSS se fragmentou, muitos acharam que era o fim do comunismo. Ledo engano. O comunismo reinventou-se e continuou a trabalhar arduamente para voltar a governar a Europa e, se possível, o mundo. 

Não deixa de ser revelador o facto de Aleksandr Soljenítsin, que escreveu o Arquipélago Gulag, lhe chamar SOCIALISMO e nunca COMUNISMO, mas não faltará quem ache que isso é só um pormenorzinho sem importância nenhuma. Para mim, não é. 

Cá, neste cantinho à beira-mar plantado, entre Abril de 1974 e Novembro de 1975, tivemos um cheirinho do que é ser governado pelo comunismo, mas, para desgraça de Portugal e dos portugueses, a maioria parece ter-se esquecido e as gerações pós 25 de Abril são doutrinadas na Escola e não fazem a mínima ideia do que foi o 25 de Abril, tão amado pela extrema-esquerda e pela direitinha que a esquerda tolera. 

É essa doutrinação escolar que apaga da memória colectiva o risco que Portugal correu de ser transformado numa "colónia" da ex-URSS, e que formatou grande parte dos professores, jornalistas, opinion makers, actores, e comentadores de esquerda, que influenciam o povo através dos meios de comunicação social. 

Não é de estranhar, portanto, que toda a esquerda se una para voltar a ter o poder. A Geringonça foi a união de partidos inimigos, que se odeiam entre si, mas que deixaram os egos e até a doutrina, de parte, para chegar ao poder e empobrecer o povo. 

Infelizmente, o povo acredita cegamente nas TV's e naqueles que vê todos os dias no ecrã, e, por isso, ainda que tudo aumente e o poder de compra baixe cada vez mais, acredita que é aumentado todos os anos e que é isso que importa. Enquanto tiver pão e circo... Nada importará mais do ser campeão da 1ª liga já este ano.

Não bastasse este quadro negro, temos uma "direita trans", socialista, libertina, pró-cultura da morte [aborto e eutanásia], quase sem expressão e influência na media, que deixou os conservadores órfãos e que se suicida. 

Então, chegou o CHEGA! Chegou, disse ao que vinha, e imediatamente começou a ser perseguido por tudo e por todos. E não, não é vitimização. São factos. Pela primeira vez, desde há cerca de 46 anos, a DIREITA cresceu rapidamente e o SISTEMA sentiu-se ameaçado e mobilizou-se. As FP 25 deixaram de empunhar armas, para assassinar os "dissidentes", e passaram a usar os teclados, para assassinar o carácter de todo aquele que não for fiel ao socialismo de esquerda ou de "direita". 

Ontem, isso ficou claro como água quando aquele que se afirma de direita [FRS]  atacou mais o candidato do CHEGA do que havia atacado todos os candidatos d'esquerda. 

Não que já não estivesse claro, pois cedo se percebeu que o único alvo a abater era o único partido anti-sistema. 

Quando ouvimos dois partidos, quase sem expressão [IL e CDS PP], a dizer que jamais viabilizarão um governo de direita - se o único partido que tem mais intenções de voto do que eles os dois juntos fizer parte desse governo -, percebemos que estão a entregar o país à esquerda. A suicidar-se. 

Aliás, o PSD, que se diz de direita e até pode ganhar as eleições, prefere fazer um bloco central com o socialismo do que governar com o CHEGA! 

E, agora, para tornar o quadro ainda mais negro, vejo o único candidato, no qual acreditei e acredito, a deixar-se enredar nas ciladas armadas pelos candidatos do sistema, moderadores incluídos, e a não explicar ao povo português, nos debates, o que temos para oferecer ao país... 

CHEGA! de passar o debate em discussões de lana caprina. CHEGA! de falar sempre do mesmo. CHEGA! de ser conduzido pelos outros candidatos e pelos moderadores. 

URGE trazer para cima da mesa os valores conservadores da VERDADEIRA DIREITA e adoptar aqueles cidadãos que a direitinha do sistema deixou órfãos. 

CHEGA! Não quero "100 Medidas", quero que o Dr. André Ventura se mantenha firme e não se deixe arrastar para um campo no qual a esquerda dá as cartas de um jogo viciado. A IL tem um programa com 900 páginas? Quem é que o leu? 

Não é o modelo de debates que tem impedido que os portugueses sejam informados, são os candidatos. E vai piorar!

Sei, de fonte segura, que no debate entre todos os partidos há um pré-acordo para - em matilha - atacarem o Dr. André Ventura. Objectivo: enervá-lo, desconcentrá-lo, tirá-lo do sério e impedi-lo de dizer claramente aos portugueses quais são as propostas do CHEGA! para mudar Portugal. 

Não permita que isso aconteça. 

Eu ainda acredito! 

Mas... Confesso que começo a ficar preocupada com a falta de coragem (ou será de vontade?) em trazer para o debate os temas verdadeiramente fracturantes, que tirarão os abstencionistas do sofá e nos darão os tais 10 a 15%: Educação, Família, Ideologia de Género e Economia. 

Ah, e já agora, a TAP foi mesmo um grande tiro nos pés e, na última semana da campanha, terá início um ataque cerrado, por parte de toda a comunicação social, aos candidatos do CHEGA!.