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segunda-feira, 13 de abril de 2026

Portugal a caminho da proibição de bloqueadores: o que revela o texto de Marisa Antunes






Numa publicação recente no LinkedIn, a portuguesa Marisa Antunes agradece publicamente ao jornalista australiano Bernard Lane por expor, perante a sua rede internacional, a realidade do transactivismo médico em Portugal. O título da publicação resume o cerne da notícia: “Portugal on track to ban blockers” (Portugal a caminho de proibir os bloqueadores).

Antunes destaca que Lane a incluiu no seu artigo, partilhando “um pouco do que também aqui se passa”. A autora critica o silêncio dos seus colegas médicos e dos jornalistas portugueses que, segundo afirma, “calam as vozes de pais, mães, médicos e juristas que pretendem denunciar este crime”. Para Antunes, o debate interno encontra-se bloqueado pela “conivência pantanosa” da imprensa nacional, sendo o olhar externo — como o de Lane — que confere visibilidade ao tema.

O que está em causa?

A expressão “ban blockers” refere-se a um projecto de lei do CDS-PP (centro-direita democrata-cristão) que visa proibir o uso de bloqueadores de puberdade e hormonas do sexo oposto em menores com disforia de género. O projecto invoca o direito das crianças ao “pleno desenvolvimento” e à protecção das suas escolhas de vida futuras.

A proposta baixou à Comissão de Assuntos Constitucionais após o debate em sessão plenária a 20 de Março de 2026. Esta iniciativa integra um conjunto de três projectos legislativos da direita que procuram limitar a medicalização de género em menores.

O artigo de Bernard Lane (publicado no Gender Clinic News) alerta ainda para casos concretos em Portugal: crianças de apenas 11 anos serão referenciadas para bloqueadores logo na primeira consulta, sendo inclusivamente informadas sobre cirurgias futuras na mesma ocasião.

A publicação de Marisa Antunes, sem entrar em detalhes técnicos, serve de altifalante a esta notícia internacional e à denúncia de que o debate sobre a protecção de menores está a ser abafado internamente. Em suma, Antunes manifesta a esperança de que uma mudança legislativa ponha fim à medicalização precoce de crianças e adolescentes, reconhecendo que, por agora, esta discussão carece de vozes externas para ser ouvida em Portugal.


sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Cegos, enganados e ignorantes!?

 



Eu sei que muitos pensam desta forma:

« ... como é que os seus filhos saberem que existem pessoas transgénero ou com diferentes orientações sexuais é um ataque ou uma imposição? A existência de informação é neutra. A sua família não está a ser atacada. Para algúem que diz "Cada um faz da própria vida o que bem entende" o que parece que está a querer dizer é "desde que eu possa fingir que não existem, possa negar que existem e para além disso lhe possa ainda efectivamente negar o direito à existência e protecção legais". Posso-lhe garantir uma coisa, não vai ser pelos seus filhos saberem que existem pessoas transgénero que vão querer passar pelo longo e complexo processo de transição de género. Não vai ser pelos seus filhos saberem que há diferentes orientações sexuais que a sua própria orientação se vai alterar. E garantidamente não é pela inexistência de um campo no CC que isso vai acontecer. Mas, se por acaso fosse esse o caso (não é) o senhor é assim tão mau pai que os seus filhos iriam contra os seus ensinamentos ou não seria capaz de apoiar os seu filhos nas decisões que eles tomassem?»

Tão tolerante, não é? Tão cheio de boas intenções, tão “inocente”, tão inclusivo, tão mente aberta, tão actual, tão... IGNORANTE!

Como se, incutir sexo, sexo e mais sexo na mente de crianças, a partir dos TRÊS ANOS, não causasse efeitos absolutamente nefastos, não as levasse a procurar experimentar tudo e mais alguma coisa e a acreditarem na mentira de que nasceram folhas em branco, neutras, sem identidade nem sexualidade definidas, e que a identidade - que a ideologia de género afirma ser a forma como alguém se relaciona sexualmente - é construída de facto pela escola, por adultos que sabem coisas que os pais lhes escondem...

E quando a escola não enchia a cabeça das crianças com sexo e toda a sorte de perversões sexuais? 

Crianças, a partir dos três anos, não têm de ser bombardeadas — aliás, abusadas — com quantas formas de fazer sexo existem, a fim de, por meio das suas próprias experiências sexuais, descobrirem a sua identidade. Crianças não fazem sexo. Crianças nem sequer deveriam falar de sexo. 

Usar a palavra “género” em vez de "sexo" não muda o facto de estarem a SEXUALIZAR a mente das crianças e a enchê-la de sexo. 

SIM, vai ser pelos seus filhos serem constantemente despertados para as diferentes "orientações sexuais" que a orientação sexual deles se vai alterar, pois está a ser-lhes incutido desde demasiado cedo que nasceram neutros e necessitam experimentar todas as variações sexuais para saberem quem são. 

SIM, vai ser por lhes ensinarem que nasceram neutros (sem identidade), por acusarem os meninos de serem o patriarcado opressor e causador de todos os males de que as mulheres padecem que vai inibir os meninos e torná-los efeminados, ao mesmo tempo que masculinizam as meninas dizendo-lhes que devem ser empoderadas e que ser mãe é um papel redutor.

No Reino Unido, onde essa ideologia nefasta já foi imposta à Escola há mais tempo, há um fenómeno chamado disforia de género de início rápido. O número de crianças confusas quanto à sua sexualidade subiu 1000%

No celeiro da ideologia de género, o Brasil, a geração que aprendeu essa ideologia desde o ensino básico — durante cerca de 16 anos — está absolutamente confusa quanto à sua sexualidade e, cá em Portugal, desde que os animes japoneses, vídeos na internet, desenhos animados, novelas, filmes, redes sociais e músicas promovem exaustivamente a ideologia de sexo, as crianças estão a ficar confusas e os casos de DESORIENTAÇÃO SEXUAL crescem a olhos vistos. As conversas de recreio giram em torno da tal "identidade de género" de cada um. 

Tirem a cabeça de debaixo da areia!

Não se está a ensinar às crianças a tolerância para com os que são diferentes, mas sim a incentivá-las, à força, a serem diferentes do que são na realidade.

Quando, a partir dos TRÊS ANOS de idade só se fala de sexo, sexo, sexo, está a sexualizar-se a mente das crianças e isso é abuso sexual institucionalizado. 

Sexo, aquilo que os adultos fazem com o seu corpo, deve ser algo íntimo e particular, não o cartão de cidadão de alguém. Implementar técnicas de manipulação genital nas escolas deve repugnar qualquer pai digno do nome, pois os seu filhos não podem ser instrumentalizados para experimentarem todas as formas de sexo e depois decidirem QUEM são.

A forma como alguém usa o corpo não determina o seu sexo, mas apenas a forma como faz uso dele. Isso não é “género”, quanto muito é promiscuidade.

Portanto, quem defende a ideologia de género, das duas uma: ou é depravado ou está completamente desinformado.

Há seis anos que estudo esta calamidade, que pretende, acima de tudo, destruir a família, o cristianismo e a identidade cultural dos povos. A máscara é a tolerância e a defesa dos direitos humanos, o objectivo é a desconstrução social e o totalitarismo do Estado.

Aliás, só os defensores e promotores da ideologia têm direitos. Só a sua mentira é verdade. Só eles têm direito a exprimir os seus pensamentos. Só eles são tolerantes. Só eles transformam a mutilação física e a dependência de hormonas do sexo opostos em direitos humanos.

No dia 15 de Fevereiro de 2022,  a seguir à França, a Nova Zelândia proibiu práticas de conversão. A Lei aprovada torna crime realizar a chamada 'terapia' em menores de 18 anos e vem com pena de até três anos de prisão. 

Na prática, o que a lei proíbe é que as crianças possam ser aconselhadas a identificar-se com o seu sexo biológico. Ou seja: a Escola e as Associações LGBTQIA+ que o Estado lá introduz confundem-nas com um sem-número de "identidades de género" [práticas sexuais] e a família fica sem poder fazer nada para as ajudar a não se mutilarem e ficarem dependentes de hormonas do sexo oposto para toda a vida.

Urge entender que a ideologia de género é um braço da revolução cultural mundial que visa implantar o socialismo no mundo. É a DESCONSTRUÇÃO SOCIAL que visa a reorientação da sexualidade humana e do género humano. Uma DESCONSTRUÇÃO total do homem e da mulher e das suas características físicas SECUNDÁRIAS. É um gerador de conflitos de identidade — a maior ameaça totalitária que o ser humano alguma vez viu — e não é exagero dizer que implica uma mudança radical do género humano. Algo jamais imaginado pelo nazismo ou até pelo comunismo.

O que dizem:

«Só pedimos tolerância e igualdade de direitos para todos!»

O que querem dizer:

«Tens de assumir a nossa cosmovisão, fazer dela lei, ensiná-la nas escolas e universidades e multar — ou até prender — todo aquele que não pensa como nós.»

A ideologia de género é um braço da cultura da morte!

 

quinta-feira, 20 de janeiro de 2022

As crianças de pijama às riscas

 


Já viu o filme “O rapaz do pijama às riscas”?

Se viu, sabe que a esposa do oficial alemão só percebeu o que realmente tinha acontecido no seu país quando foi morar para perto de um campo de concentração e o cheiro dos fornos crematórios lhe chegou às narinas.

A tragédia acontece, porque o pai sempre mentiu ao filho sobre a realidade e finalidade dos campos de concentração. Ele sempre lhe contou uma história muito bonita sobre a boa vida e a sorte que os judeus tinham em viver nos campos — a história que era vendida ao mundo em filmes de propaganda. Então, um dia, o menino sai do "perímetro de segurança" e vai brincar para junto do campo de concentração onde faz amizade com um menino judeu, esfomeado, que se encontra atrás de um "muro" de arame farpado, vestido com um "pijama às riscas".  

Após algumas peripécias e um episódio terrível, em casa do pequeno alemão, este vai procurar o amigo - para lhe pedir perdão - e decide ajudá-lo a procurar o pai (que já havia sido assassinado). Para isso, veste um “pijama” às riscas (nome que ele havia atribuído à roupa que os judeus usavam nos campos de concentração) e acaba numa câmara de gás com um grupo de judeus condenados à morte — todos vestidos com um “pijama às riscas”.

Hoje, assistimos a algo muito semelhante, mas à escala mundial — as nossas crianças são os “filhos” e o governo é o “pai”. As poucas “mães”, que se apercebem do que se passa e avisam os incautos são chamadas de: conservadoras (como forma de insulto), homofóbicas, fanáticas religiosas, atrasadas, etc.. 

Defender os valores morais judaico-cristãos é mais mal visto do que prostituir-se, matar ou roubar.

A comunicação social, tal como aconteceu no regime nazi, é totalmente controlada por um lobby, podre de rico, que decidiu colocar em marcha a agenda do género e impor às sociedades a cultura LGBTQIA+, cuja bandeira é o arco-íris de 6 cores. Essa teoria/ideologia pretende criar o "homem" novo. O “pai” só conta aos “filhos” quão maravilhoso é poderem ser o que quiserem, e omite, propositadamente, as terríveis consequências que essa ideologia tem nos que são enredados por ela.

A escola, a serviço do “pai”, tem “propagandistas” que ensinam aos “filhos”, a partir dos três anos, que ninguém nasce menino (sexo masculino) nem menina (sexo feminino), mas sim algo (sem sexo definido) que pode vir a ser aquilo que quiser. Esse ensino, falso e nefasto, está a provocar, só no Reino Unido, um crescimento fulminante - 4000% - de crianças confusas quanto à sua sexualidade, que têm enchido os consultórios de psicologia e psiquiatria. Por cá, infelizmente, já vai acontecendo o mesmo, mas o medo do cancelamento (queixas nas Ordens), por parte desses profissionais de saúde, não permite que os pais e o povo sejam informados. 

Vale-nos o facto de, um pouco por todo o mundo, ainda haver psicólogos e pediatras corajosos que alertam para os perigos de expor crianças de tão tenra idade a ensinos abusivos, que só as confundem, pois não têm maturidade para os receber e entender.

Ao arrepio da Constituição, que proíbe a exposição de crianças à pornografia e ao sexo explícito, o “pai” ordena que se fale de sexo, muito sexo, só sexo, aos “filhos” e que eles sejam manipulados, desde muito cedo, para acreditarem que ninguém nasce rapaz ou menina, a fim de serem aquilo que eles quiserem e não aquilo que realmente são. As “mães” - em nome de um suposto amor incondicional - deixam-se enganar e, assustadas, não percebem que estão a encaminhar os seus filhos para as "câmaras de gás" e não para o banho. Esquecem-se que a desregulação da sexualidade destrói a família como o melhor ambiente para as crianças. 

Fala-se tanto de abuso infantil e, quais carneiros de Panúrgio, deixamos que os nossos filhos e netos sejam condicionados a acreditar que a sua natureza biológica — aquilo que eles realmente são — pode ser mudado por medicamentos (química) ou por cirurgias que, na verdade, só mudam o envelope e não o conteúdo. Isso, além de ser uma fonte de renda para a indústria farmacêutica, É ABUSO INFANTIL.

Tal como acontecia nos campos de concentração nazis, hoje, e apesar dos inúmeros casos de arrependimento, há médicos que insistem em fazer experiências com crianças, nas chamadas clínicas de género, enchendo-as de medicamentos que bloqueiam a puberdade e lhes garantem uma vida inteira de dependência de hormonas cancerígenas e tóxicas, do sexo oposto, além da mutilação desnecessária de partes saudáveis do seu corpo.

Sabia que:

  • após a puberdade, 88% das meninas e 98% dos meninos, que eventualmente possam estar confusos quanto à sua sexualidade, acabam por se aceitar como são — rapaz ou menina — e atingir um estado de saúde física e mental satisfatórias?
  • as taxas de suicídio são 20 vezes mais elevadas entre adultos que usam hormonas do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países que melhor aceitaram a ideologia do género?

A incerteza sobre a identidade sexual masculina e feminina - fomentada pela ideologia de género - leva a transtornos de personalidade. Infelizmente, estão a convencer-nos e a ensinar aos nossos filhos que essas pessoas se suicidam por causa de "homofóbicos" e "transfóbicos" (todos os que não concordam com a ideologia) que não as aceitam como realmente são. Mais um engano nefasto, pois é o facto de perceberem que nunca serão o que desejam ser que as leva ao suicídio.

Porque será que a grande maioria parece não se aperceber de que os seus filhos estão a ser levados para as "câmaras de gás"? 

Por que não se faz mais para proteger as crianças e alertar os que ainda não perceberam o que se está a passar? 

“Mães”, a sexualização dos vossos filhos mina a vossa autoridade parental. Os vossos filhos estão a ser-vos roubados por uma ideologia que pretende colocar em prática e transformar em modo de vida algo como isto:

·       Assim chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem. Não haverá mais nenhuma razão para não ser assim. […] Na nossa sociedade a humanidade poderá finalmente voltar à sexualidade natural [animal], polimorfamente diversa: serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada [que só pensa em sexo] tornar-se-ia universal se a criança escolhesse a relação sexual com os adultos, ainda no caso que escolhesse a sua própria mãe genética, não existiriam razões, à priori, para que esta rejeitasse as suas insinuações sexuais visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função.» (Shulamith Firestone)

É isto que desejamos para as nossas crianças? 

Permitir que vistam um pijama às riscas e caminhem com os que caminham para as "câmaras de gás"?  

A sexualização precoce rouba a infância às crianças. Se os impulsos não forem controlados - particularmente os impulsos que visam a gratificação imediata -  que raio de sociedade teremos? 

 

terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Crianças erotizadas

 #Éhoradospais

O abuso sexual não é apenas um problema entre adultos e crianças - é também um problema de crianças e adolescentes entre si. O que não admira, já que os media e a escola preocupam constantemente as crianças com sexo.
- Gabriele Kuby





Castração química? Ou prisão perpétua?

 #Éhoradospais

Os números mostram que um sociedade hipersexualizada - uma sociedade na qual filmes, pornografia, publicidade, revistas e literatura provocam constantemente o desejo sexual - usará os mais indefesos, os mais vulneráveis, para satisfazer esse desejo: as crianças.
- Gabliele Kuby