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terça-feira, 28 de abril de 2026

A Cilada do 'Bora': Doutrinação nas Escolas

 

A Armadilha Perfeita: Como o “Bora Conversar” nas Escolas Serve para Enterrar o Debate Honesto sobre as “Terapias de Conversão”

Perfeito. O Movimento Bora, capitaneado pelo eurodeputado socialista Bruno Gonçalves e pelo influencer não-binário Kiko is Hot, entra nas escolas secundárias sob a bandeira inofensiva de “combater o ódio nas redes” e “debater política sem polarização”. Os jovens sentam-se no chão, ouvem falar de cancelamento digital, saúde mental e “vulnerabilidade online”. E é exactamente aqui que se ajusta, com precisão cirúrgica, o debate sobre aquilo que os transactivistas e a esquerda (PS incluído) designam, com a sua habitual inversão linguística, como o desígnio de “acabar com a proibição das terapias de conversão”.

Sejamos claros e causticamente honestos: a esquerda e os activistas trans não querem “acabar com a proibição”. Querem, sim, manter e endurecer a Lei n.º 15/2024 (criada e aprovada às pressas pela esquerda), que criminaliza qualquer prática que tente “alterar, limitar ou reprimir” a identidade de género ou a orientação sexual – com penas que atingem os cinco anos de prisão. O que denominam eufemisticamente como “proibir as terapias de conversão” é, na prática, proibir qualquer terapia que não seja a afirmação imediata e irrevogável da disforia de género.

Questionar se um adolescente de 14 anos, com autismo, trauma ou sob influência do TikTok, “nasceu” realmente no corpo errado? Conversão. Sugerir espera vigilante ou explorar causas subjacentes (como fazem os países nórdicos após a Cass Review)? Conversão. Terapia exploratória neutra, como recomendam as novas directrizes da Suécia, Finlândia e Reino Unido? Crime de ódio disfarçado de psicologia.

E é aqui que o “Bora” entra em cena como um cavalo de Tróia genial. Imaginem a cena: Kiko is Hot, com a sua estética hiper-feminina e o nome “is Hot” a vender a disforia como um empoderamento sexy, sentado ao lado de um eurodeputado do PS. Alguém levanta a mão e pergunta: “Mas e se um jovem se arrepender da transição?”. A resposta é pré-fabricada: “Isso é discurso de ódio que conduz a ‘terapias de conversão’, as quais já estão proibidas por serem tortura”. Debate encerrado.

A mensagem subliminar é brutal: duvidar da ideologia de género não é pensamento crítico – é um crime potencial, é “violência”, é o que justifica a lei que Bruno Gonçalves e a sua comitiva defendem.

O encaixe é cirúrgico porque o formato “debate aberto sem ódio” permite à esquerda validar a narrativa sem nunca admitir abertamente que defende a proibição total de cuidados de saúde mental baseados em evidência. Em vez de se debater ciência — as taxas de desistência de 60-90% em crianças pré-púberes antes da era da “afirmação exclusiva”; a esterilidade, a osteoporose e os problemas cognitivos causados pelos bloqueadores; o colapso das clínicas de género no Reino Unido após o relatório Cass —, transforma-se o assunto em “proteger a vulnerabilidade LGBT+ contra o ódio”.

Kiko não precisa de falar explicitamente de hormonas ou cirurgias – basta estar presente como modelo vivo de que “ser trans é hot e normal”. Bruno Gonçalves, com o seu ar de jovem progressista “bora conversar”, confere o selo institucional: isto é o que a esquerda “moderada” considera aceitável levar às escolas.

É genial. Enquanto fingem combater o “discurso de ódio”, estão a criminalizar o único discurso que ainda salva jovens de uma medicalização irreversível. A petição recente com 17 mil assinaturas que exige o fim desta criminalização (e a revogação da Lei 15/2024) é o que eles mais temem. Por isso o “Bora” chega às escolas agora, em 2026, precisamente quando o debate explode após a decisão do Supremo dos EUA a favor da liberdade de expressão contra as proibições cegas.

Querem que os adolescentes internalizem que qualquer terapeuta que não afirme o diagnóstico de imediato é um “conversor” perigoso. Resultado: pais silenciados, psicólogos amordaçados e clínicas de género a florescer, enquanto a Suécia e o Reino Unido lhes fecham as portas.

Introduzir este debate no “Bora” é simples: basta um aluno (ou um pai que consiga entrar) perguntar, ingenuamente: “Se um jovem com disforia tem 80% de probabilidades de desistir naturalmente, porque é que a lei impede o terapeuta de explorar essa hipótese em vez de a afirmar logo?”. A resposta revelará tudo. Porque o Movimento Bora não está nas escolas para debater – está para doutrinar. E chamar a isso “acabar com a proibição das terapias de conversão” é o golpe orwelliano perfeito: na boca deles, “proibição” significa protecção; na realidade, significa condenar uma geração inteira a uma experiência médica sem reversão possível.

Isto não é conversa. É captura ideológica. E as escolas portuguesas merecem melhor do que servir de palco para a esquerda enterrar, sob sorrisos e incentivos ao diálogo, o último bastião da medicina baseada em evidência.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Vai de retro!

 DES-PRI-VA-TI-ZAR.

Com o dinheiro dos outros.
O bloco d'extrema-esquerda pretende "des-pri-va-ti-zar": REN, EDP, GALP, ANA e mais empresas com recurso a empréstimos de Capital proveniente de Poupanças Privadas só possíveis em contextos Capitalistas de Acumulação de Capital...
Não é uma anedota. Não é pra rir. É para correr com esta gente da AR antes que transforme Portugal numa Venezuela ainda mais miserável. #CHEGA!



segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Os números mentem. Há mais pobreza ...

 Pobreza pode ser maior do que referem os números?

Mas, ainda há quem acredite nos números fornecidos pelo socialismo?

Nas mentiras de António Costa?

O povo português merece ser governado por isto. Afinal, foi ele que elegeu mentirosos compulsivos para o governar.

60 mil menores são beneficiários de RSI?

Já diz o velho ditado: "pai que nasce torto, tarde ou nunca se endireita!"

O socialismo enraíza-se assim e estas crianças serão os seus eleitores de amanhã. Assim, o cidadão comum não será proprietário de nenhum bem em 2030, e será feliz com isso.



domingo, 9 de janeiro de 2022

Debate entre o que nos destrói e o que nos pode livrar dessa destruição

Costa entrou ao ataque, mas acabou encostado às cordas por André Ventura

António Costa levava a estratégia estudada: transformar André Ventura num negacionista aos olhos do povo e atacar o programa do Chega.

Assim, tomou o lugar do moderador e atacou. A espaços parecia ter conseguido fazê-lo, mas quando o candidato do CHEGA começou a responder e a mostrar ao povo quem é de facto o 1º ministro... Arrasou António Costa:

Fala como se tivesse feito um milagre económico. Só no ano passado 400 mil portugueses foram enviados da classe média para a pobreza. O seu legado são 500 mil pensionistas que perderam o poder de compra. Pena que Rio nunca lhe tenha dito isso.

Desesperado, António Costa decidiu terminar com o combate à corrupção, lembrando André Ventura de que “em 19 de Novembro faltou ao Parlamento, num dia em que foram votados dois diplomas de combate à corrupção”.

Perante esta dádiva dos céus, Ventura respirou fundo e questionou: 

“o antigo ministro de José Sócrates a trazer a corrupção para cima da mesa? É de bradar aos céus. Devia pedir desculpa aos portugueses pelos inúmeros casos de corrupção que o PS gerou e por estarmos a julgar um ex-primeiro-ministro que nos tirou milhões.” 

A intervenção acabou com André Ventura a mostrar uma fotografia de António Costa e José Sócrates de mãos dadas num evento do partido.

 

“Qualquer socialista que viole a lei tem de ser responsabilizado e é uma vergonha para o PS”, foi a resposta de Costa, que frisou que perante a justiça não há filhos nem enteados, apesar dos vários antigos membros do Governo com processos judiciais em curso.

Irado, e sedento por atacar Ventura,  António Costa (e o colega moderador) esqueceram-se do tempo. O moderador ainda tentou acabar o debate e silenciar André Ventura, mas como este denunciou que ainda tinha cerca de três minutos para falar, e porque seria vergonhoso não lhos dar, o candidato do CHEGA fez uma viagem ao passado e trouxe à tona o processo Casa Pia, um dos casos mais mediáticos do tempo de Costa como ministro da Justiça:

“Há escutas suas a tentar interferir no processo Casa Pia. Nomeou Mário Centeno para o Banco de Portugal. A mim não me dá lições de combate à corrupção. Não tem historial de luta contra a corrupção. Não vou descansar enquanto o PS não seja afastado da esfera do poder”.


Arrasado, sem tempo para responder, Costa ainda fez uma ameaça velada a André Ventura, mas o debate estava ganho. 

Já depois do programa terminado, Costa voltou a abusar da sua posição para tentar desfazer o mal feito e a RTP3 - paga com o dinheiro dos nossos impostos - resolveu oferecer-lhe + 4 minutos, para, sem contraditório, rebater o que não conseguiu fazer no debate. Não bastou o "colega moderador" ter tentado roubar quase 3 minutos ao André Ventura, a RTP3 decidiu dar + 4 minutos ao PS para enganar os portugueses. #istoéimoral 

Claro que há os esquerdopatas, disfarçados de jornalistas, mas que são militantes activos das esquerdas, que dão sempre a vitória aos seus candidatos, mas negar a vitória do candidato do CHEGA é ridículo. 

#CHEGAdisto

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

O verdadeiro populista

Sempre que ouço o Costa lembro-me d"O mentiroso Compulsivo", só que não tenho vontade nenhuma de rir. 

Aproveitando-se do tempo antena que tem e dos mais de 2 milhões de euros (declarados) que todos nós vamos pagar pela campanha do PS, Costa, mascarado, promete tudo e mais alguma coisa.

Ora, perante o estado do país, e à luz do que Portugal tem passado, governo socialista após governo socialista, penso que o António fala deliberadamente para os amigos - que ganham muito dinheiro sempre que o PS está no poder - e para os 2 milhões que vêem o Big Brother e não querem saber do debate eleitoral. 

Ou seja, Costa fala para os compadrios e para os que não gostam de trabalhar, que querem é pão e circo e que são facilmente iludidos com o aumento do ordenado mínimo, mas não conseguem olhar para o aumento dos bens de consumo e perceber que, hoje, temos menos poder de compra do que em 2009, serviços hospitalares a encerrarem, médicos a demitir-se em bloco, cerca de 20 mil alunos sem aulas  desde Setembro, escolas sem o mínimo de condições, escolas com amianto, falta de professores, uma ferrovia a cair de podre, falta de transportes públicos fora das grandes cidades, consultas atrasadas, cirurgias canceladas, as dívidas a fornecedores não param de aumentar, cativações e mais cativações, crescimento económico sempre abaixo do previsto (quando se diz que ele existe é devido ás famosas cativações), uma dívida pública que não pára de crescer, quase 0 de investimento público, protecção civil sem meios e a precisar de... protecção, carga fiscal em máximos históricos, etc. etc. etc., e nem sequer vou falar do país da bancarrota sem dinheiro para pagar pensões, mas que continua a pagar a quem não quer trabalhar.

O Costa promete tudo para 2026... Daqui a 4 anos, talvez após novas eleições... Os idiotas [in]úteis esfregam as mãos...

Há 6 anos que está no poder, a distribuir milhões e mais milhões pelos sorvedouros de dinheiros públicos como a TAP e o Novo Banco, a pagar reformas vitalícias a corruptos (que roubaram o Estado Português e ainda recebem por isso), a manter os amigos fora da cadeia, a distribuir cargos e mais cargos pelos boys socialistas, a usar a Escola para encher a mente das crianças de ideologias nefastas que estão a levar milhares para psicólogos e para psiquiatras e algumas ao suicídio, a usar a pandemia para exercitar os seus tiques totalitaristas e roubar liberdade ao povo, etc. 

Costa quer ser reeleito para continuar a transformar Portugal na próxima Venezuela, só que mais pobre, e para ir buscar os milhões da UE para encher o país de imigrantes. Imigrantes esses, que vêm fazer o trabalho escravo que aqueles que recebem para não fazer nada não querem fazer, e cujos filhos são despejados nas escolas sem sequer terem oportunidade de aprender a falar português, mas que vão passando, pois não se pode chumbar crianças... a não ser que faltem às aulas de cidadania. 

Muito mais haveria a dizer... Mas o povo não gosta muito de ler e quando o texto é longo... 

#Entenda 900€, em 2026, será menos dos que os 705€ de hoje, e a semana de trabalho de 4 dias é só mais um isco lançado aos jovens que estão a ser formatados nas escolas para começarem a reivindicar menos trabalho e mais dinheiro. É assim que se fazem as revoluções e se acaba com a iniciativa privada.

#CHEGA! 

 


segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Uma mão cheia de nada

 #istoésocialismo

6 anos de DESgoverno e apresenta um vazio de ideias cheio de palavras "caras", com promessas de um regime de recrutamento que irá mudar - o que sempre prometem antes da eleições, mas nunca cumprem - sem incentivos à valorização da carreira docente... Resumindo: Uma mão cheia de nada. #CHEGA!



Votem PS novamente, afinal...

 #istoésocialismo

Carga fiscal mais alta, apoios sociais mais baixos, menos liberdade, mais interferências estatais na nossa vida, SNS em falência, todos mais pobres... ah! mas um record em número de funcionários públicos e funcionários dos ministérios!

Votem PS novamente, afinal até aumentam o ordenado mínimo (e os impostos, e os preços (e a inflação)) sempre que vai haver eleições... vá vá, ide!
- Sarah Geoffrey