Chega de eufemismos. Chega de “cuidados afirmativos”, “bloqueadores da puberdade” e outras mentiras bonitinhas que a esquerda genderista usa para disfarçar o que realmente é: mutilação química e cirúrgica de crianças.
Enquanto a jornalista Marisa Antunes expõe no LinkedIn a proposta do PSD para revogar a Lei 38/2018 – aquela aberração que permite a qualquer miúdo de 16 anos mudar de sexo no Cartão de Cidadão como quem muda de roupa –, a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) continua a defender, em parecer técnico-científico fresco de Fevereiro de 2026, o uso de bloqueadores e hormonas cruzadas em menores. Eles dizem, com cara de seriedade académica, que estes venenos “melhoram o funcionamento global e diminuem a ideação suicida”.
Mentira. Mentira deslavada. A SPSC está cega, surda e ideologicamente possuída. Ignora, com arrogância criminosa, o que aconteceu nos países que foram pioneiros nesta loucura e agora correm desesperados para travar o massacre que eles próprios provocaram.
Vejam os factos, sem filtro:
- Reino Unido – o berço do “protocolo holandês” – proibiu indefinidamente, em Dezembro de 2024, os bloqueadores de puberdade para menores com disforia de género. A Revisão Cass (2024) foi clara: “evidências notavelmente fracas”, “benefícios não comprovados”, riscos graves para ossos, fertilidade e cérebro em desenvolvimento. Em 2025 e 2026 o ban foi mantido e até reforçado. O NHS admite agora que estava a fazer experiências em crianças sem base científica.
- Suécia, que inventou grande parte desta abjecção, suspendeu em 2022 o uso rotineiro de bloqueadores e hormonas fora de ensaios clínicos. Em 2025 continua a restringir drasticamente. O aumento explosivo de adolescentes (sobretudo raparigas) a pedir transição revelou-se uma moda social contagiosa, não uma “identidade inata”.
- Finlândia (2020), Noruega (2023), Dinamarca (2023) – todos viraram as costas aos “cuidados afirmativos”. Priorizam agora psicoterapia intensiva. Porque descobriram o óbvio: 80-90% das crianças com disforia de género desistem naturalmente na puberdade se não forem medicalizadas.
- França – a Academia Nacional de Medicina avisou em 2022: esterilidade, problemas ósseos, consequências emocionais graves. Recomenda “extrema prudência”.
Portugal, atrasado como sempre em matéria de modas destrutivas, resolveu importar esta infâmia depois de toda a Europa já ter percebido que era um erro catastrófico. E a SPSC, em vez de aprender com os vizinhos, dobra a aposta. Porquê? Porque não é ciência. É religião. A religião do género fluido, onde o sexo biológico é “opressão”, onde uma criança que diz “sou menino preso num corpo de menina” aos 10 anos tem de ser imediatamente dopada com lupron (o mesmo medicamento usado em agressores sexuais para castrá-los quimicamente).
Esta gente não está a “salvar vidas”. Está a criar uma geração de eunucos estéreis, com ossos frágeis, cérebros danificados e arrependimentos que chegam tarde demais.
Os detransitioners – cada vez mais, cada vez mais
jovens – contam histórias de pesadelo: mastectomias desnecessárias, vozes
quebradas para sempre, orgasmos perdidos, depressão que piorou depois da
“afirmação”. E a SPSC responde com o mantra: “os riscos são monitorizados e
reversíveis”. Reversíveis uma ova. A puberdade não é uma doença. É o processo
natural que transforma crianças em adultos férteis. Bloqueá-la é um crime
contra a biologia humana. Quem o faz, sabendo o que a Cass Review e os
escandinavos revelaram, não é “sexólogo”. É cúmplice de experimentação médica
em menores. Marisa Antunes tem razão: é altura de responsabilizar estes médicos
e psicólogos. É altura de processá-los. É altura de os pais acordarem e dizerem
NÃO à ideologia que quer roubar a infância dos seus filhos para alimentar o ego
de activistas e o lucro da indústria farmacêutica e cirúrgica trans.
A proposta do PSD, Chega, CDS e IL para voltar à Lei de 2011 (maioridade e avaliação rigorosa) não é “transfobia”. É sanidade. É protecção infantil básica. A SPSC que continue a abraçar a sua fé woke. A história julgará estes ideólogos como os charlatães que são: os Mengele da geração gender. Portugal ainda pode evitar tornar-se o último laboratório europeu de mutilação de crianças. Basta ter coragem de dizer a verdade nua e crua:
Sexo não é um sentimento. Crianças não são cobaias. E quem defende o contrário não é progressista – é perigoso.

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