quinta-feira, 12 de março de 2026

Casas de Banho Mistas: O Fantasma que a Esquerda Jurava Não Existir



Mais um artigo de opinião encomendado, saído directamente das profundezas do progressismo esquerdista! Lá vem a autora — de esquerda, como não poderia deixar de ser — debitar as habituais banalidades sobre o "alarmismo reaccionário" dos conservadores, que alegadamente andam a inventar fantasmas sobre casas de banho mistas nas escolas portuguesas. Como se fôssemos nós, os "direitistas retrógrados", que passássemos os dias a sonhar com distopias, enquanto a esquerda flutua num éden de "inclusão" isento de consequências.

Pois bem, minha cara autora, permita-me que lhe esfregue na cara alguns factos inconvenientemente reais — daqueles que o seu activismo selectivo prefere ignorar. Vamos lá desmascarar essa narrativa cor-de-rosa com um banho de realidade conservadora, sem papas na língua.

Comecemos pelo Despacho n.º 7247/2019, assinado pelo seu herói, João Costa. Ah, sim, aquele que pretendia compelir as escolas a adoptar medidas "inclusivas" para que crianças e jovens utilizassem casas de banho e balneários de acordo com a sua "identidade de género" autodeclarada. Resultado? Apesar de ter sido chumbado pelo Tribunal Constitucional — graças a Deus e à sanidade remanescente —, o despacho já tinha parido inaugurações de casas de banho mistas em várias escolas. Não é ficção; é despacho oficial publicado no Diário da República. Até o Polígrafo, esse bastião da verdade "imparcial", confirmou que o Chega não exagerava ao acusar Costa de promover WCs mistos. Mas para si, isto é apenas "desinformação de direita", não é? Claro; reconhecer que a esquerda andou a experimentar com a privacidade das crianças seria admitir o óbvio: que as vossas ideologias são um risco para a inocência infantil.

Recorda-se da Escola Secundária José Gomes Ferreira, em Benfica? O director de então — um iluminado progressista, sem dúvida — inaugurou uma casa de banho que não era "mista", oh não! Era apenas para "rapazes e raparigas em fase de transição". Palavras do próprio, confirmadas pelo Polígrafo, que, embora tenha tentado desmontar uma publicação viral (minha), acabou por validar o essencial: existia, de facto, um espaço onde miúdos em "transição" partilhavam o mesmo WC, independentemente do sexo biológico. Imagino a autora a torcer o nariz: "Mas isso é inclusão, não é misturada!". Pois, pois. Para nós, conservadores, é uma aberração que expõe crianças a confusões desnecessárias em nome da vossa agenda woke.

Não satisfeita com o fiasco de 2019, a esquerda insistiu com o Projecto de Lei 332/XV (2024), do PS, que visava institucionalizar o "respeito pela identidade de género", com as devidas adaptações em casas de banho. Mas o Presidente Marcelo — que, apesar de tudo, ainda retém um pingo de bom senso — vetou a iniciativa, citando a "quase total ausência dos pais" no processo. Veto presidencial, autora! Marcelo viu o que a senhora finge não ver: que estas leis entregam os filhos aos caprichos ideológicos do Estado. E, mesmo assim, a legislação subjacente continua a pressionar as escolas para "proteger" alunos trans, o que, na prática, abre as portas a mais experiências sociais. Quantos vetos serão necessários para travar esta loucura?

Para rematar, a "cereja no topo": aquela reportagem na escola de Vila do Conde, onde se orgulhavam de ter convertido a casa de banho dos deficientes numa casa de banho "inclusiva". Sim, uma escola pioneira que implementou WCs sem género, permitindo o acesso livre. Noticiado no CM Jornal e no Porto Canal. Inclusão? Para mim, é usurpar a privacidade dos deficientes e normalizar o absurdo para deleite da vossa bolha ideológica. E tudo isto em escolas públicas, financiadas pelos impostos dos conservadores que pagam para ver as suas filhas expostas a estas excentricidades.

Minha cara autora, pare de fingir que isto é inventona da direita. Os factos estão aí, chumbados por tribunais e vetados por Belém, mas com danos reais já causados. A vossa "inclusão" é a exclusão da realidade biológica e da família. Se quiser debater, traga factos, não narrativas. Caso contrário, continue no seu Facebook a pregar para convertidos.

Beijinhos cáusticos de uma militante do Chega que não engole mentiras.



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