Talvez a maioria das pessoas não saiba que há poucos dias, no Canadá, foi aprovada a chamada lei Bill C-4.
Um espaço sem filtro e sem medo da patrulha do politicamente correto. Escrito por uma mulher cristã que acredita na Bíblia como verdade absoluta, na família natural, na liberdade com responsabilidade e nos valores conservadores que sustentaram o Ocidente por séculos. Aqui diz-se o que muita gente pensa, mas poucos têm coragem de dizer: contra o relativismo moral, a ideologia de género, o vitimismo esquerdista e a censura disfarçada de "tolerância". Verdade acima de sentimentos. Fé acima de tudo.
quinta-feira, 27 de janeiro de 2022
EM QUEM VOTAMOS IMPORTA!
terça-feira, 25 de janeiro de 2022
Ainda a vinda à Póvoa de Varzim do Dr. André Ventura
Dois dias depois da recepção ao Dr. André Ventura, aqui na
Póvoa de Varzim, ainda sinto a alegria de ver aquele brilho nos olhos do
presidente do meu partido.
E, não, as centenas de pessoas que se juntaram para o
receber e ouvir não eram militantes de outras concelhias ou distritos, mas sim
cidadãos da Póvoa e arredores, que nos encheram o coração de alegria e
mostraram, mais uma vez, que o CHEGA é o partido do cidadão comum, e que o
André é o homem de quem todos falam – bem ou mal - nas mesas de café, nas filas
de supermercado e um pouco por todo o lado.
Nós, Concelhia da Póvoa de Varzim, não fizemos nada além de planear,
anunciar na rádio Onda Viva e no Póvoa Semanário, pedir à Câmara para nos ceder
o coreto e o palco de pedra, decorar tudo e esperar a reacção das nossas gentes.
Não posso esquecer aquela senhora pequenina, de cabelos
brancos, com 72 anos, que nos contou:
- Fui fazer a feira de manhã (72 anos e ainda trabalha nas
feiras) e quando cheguei a casa liguei o rádio e acendi o fogão para fazer o
almoço. De repente, ouvi: o CHEGA vai estar na Póvoa de Varzim.
Que se lixe o almoço, desliguei o fogão, voltei a vestir o
casaco, apanhei o Metro e aqui estou eu para ver o André Ventura! CHEGA!
Sim, ela veio do Porto e ficou até ao fim.
São estas histórias que a comunicação social não conta. Tanta comunicação social e não houve uma única entrevista às pessoas que, com cachecóis, bandeiras e uma alegria contagiante, aguardavam a chegada do Dr. André Ventura,
Acredito que aquele banho de multidão foi um oásis no
deserto dos ataques constantes - por parte do sistema e da comunicação social
que o serve – e que o Dr. André Ventura jamais esquecerá a Póvoa de Varzim e os
poveiros.
Quanto a mim, em nome da Concelhia da Póvoa de Varzim, agradeço
a cada um daqueles que se juntaram a nós para receber o André e tornaram
possível este momento único. Juntos, vamos mudar Portugal.
#CHEGA
#ÉHoraDeMudar
"Mais do mesmo"
Argumentos perigosos contra a liberdade de escolha da escola
Rodrigo Queiroz e Melo
24 de Janeiro de 2022
No dia 13 deste mês, o diretor do PÚBLICO opôs-se à ideia de criar um cheque-ensino, afirmando que “infelizmente, como tantas vezes acontece, as ideias esperançosas, altruístas ou inclusivas nem sempre resistem ao choque com a vida real”. Para tanto recorreu a dois argumentos: perigoso, um, e errado, o outro.
Ao afirmar que “acreditar que todos os pais estão numa posição simétrica para deliberar sobre a educação dos seus filhos. Não estão. Uma família que vive na pobreza, que dispõe de baixa escolaridade ou que é vítima de qualquer tipo de exclusão social não tem, salvo raras excepções, a mesma preocupação nem a mesma capacidade de avaliação que uma família estável, com níveis socioeconómicos superiores”, o autor sustenta que só podem exercer os seus direitos os portugueses capazes. Os outros, não. Este é o argumento perigoso. É neste tipo de pensamento que se alicerça o voto capacitário, origem de inaceitáveis exclusões e discriminações de sexo, raça, credo ou condição socioeconómica. A sujeição do “povo” à “elite iluminada” é o que fundamenta os regimes totalitários. Afirmar que a escolha da escola é má ideia porque os pobres não estão tão preparados para escolher como os ricos é mesmo muito estranho.
O segundo argumento contra o cheque-educação é que “uma família que vive numa aldeia do interior não tem a mesma liberdade de escolha que uma congénere do Porto ou Lisboa”. Ou seja, porque nem todos podem escolher, não escolhe ninguém. É como dizer que as mercearias deviam ser todas públicas porque há aldeias onde só há uma mercearia. É o argumento errado.
O autor reconhece que a ideia é “arrebatadora”. Mas não consegue ultrapassar o status quo e teme “o perigo crescente da desigualdade, que corrói as democracias e ameaça o consenso social”. Porém, a realidade não corrobora a tese: por um lado, o nosso sistema de ensino já é o mais selectivo da Europa: 19% dos alunos pagam pelo ensino privado. Exceto Malta, Luxemburgo e Chipre (países pequenos e especiais), nenhum outro país tem mais de 5% de alunos no privado a pagar. Por outro lado, um sistema com escolas privadas financiadas pelo Estado entre as quais as famílias podem escolher é um facto na Holanda (frequentadas por 97% dos alunos), na Irlanda (98%), na Bélgica (56%), no Reino Unido (41%), em Espanha (25%) ou na Dinamarca (15%). Nos EUA, o financiamento da liberdade de escolha da escola através de charter schools (lembram-se dos contratos de associação?) é defendida por pessoas insuspeitas como o ex-Presidente Barack Obama (houve mesmo um boom de charter schools durante os seus dois mandatos).
O problema de Portugal não são as famílias com baixo capital social; é sermos um país onde, para lá da retórica, tudo parece feito para as manter à parte. É mais, e não menos, liberdade, incluindo entre escolas públicas, que permitirá darmos um salto qualitativo relevante com evidente benefício coletivo.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2022
As crianças de pijama às riscas
Já viu o filme “O rapaz do pijama às riscas”?
Se viu, sabe que a esposa do oficial alemão
só percebeu o que realmente tinha acontecido no seu país quando foi morar para
perto de um campo de concentração e o cheiro dos fornos crematórios lhe chegou
às narinas.
A tragédia acontece, porque o pai sempre mentiu ao filho sobre a realidade e finalidade dos campos de concentração. Ele sempre lhe contou uma história muito bonita sobre a boa vida e a sorte que os judeus tinham em viver nos campos — a história que era vendida ao mundo em filmes de propaganda. Então, um dia, o menino sai do "perímetro de segurança" e vai brincar para junto do campo de concentração onde faz amizade com um menino judeu, esfomeado, que se encontra atrás de um "muro" de arame farpado, vestido com um "pijama às riscas".
Após algumas peripécias e um episódio terrível, em casa do pequeno alemão, este vai procurar o amigo - para lhe pedir perdão - e decide ajudá-lo a procurar o
pai (que já havia sido assassinado). Para isso, veste um “pijama” às riscas (nome que ele
havia atribuído à roupa que os judeus usavam nos campos de concentração) e
acaba numa câmara de gás com um grupo de judeus condenados à morte — todos
vestidos com um “pijama às riscas”.
Hoje, assistimos a algo muito semelhante, mas à escala mundial — as nossas crianças são os “filhos” e o governo é o “pai”. As poucas “mães”, que se apercebem do que se passa e avisam os incautos são chamadas de: conservadoras (como forma de insulto), homofóbicas, fanáticas religiosas, atrasadas, etc..
Defender os valores morais judaico-cristãos é mais mal visto
do que prostituir-se, matar ou roubar.
A comunicação social, tal como aconteceu no regime nazi, é totalmente controlada por um
lobby, podre de rico, que decidiu colocar em marcha a agenda do género e impor às sociedades a cultura LGBTQIA+, cuja bandeira é o arco-íris de 6 cores. Essa teoria/ideologia pretende criar o "homem" novo. O “pai”
só conta aos “filhos” quão maravilhoso é poderem ser o que quiserem, e omite,
propositadamente, as terríveis consequências que essa ideologia tem nos que são enredados por ela.
A escola, a serviço do “pai”, tem “propagandistas” que
ensinam aos “filhos”, a partir dos três anos, que ninguém nasce menino (sexo
masculino) nem menina (sexo feminino), mas sim algo (sem sexo definido) que
pode vir a ser aquilo que quiser. Esse ensino, falso e nefasto, está a provocar,
só no Reino Unido, um crescimento fulminante - 4000% - de crianças confusas quanto à sua
sexualidade, que têm enchido os consultórios de psicologia e
psiquiatria. Por cá, infelizmente, já vai acontecendo o mesmo, mas o medo do cancelamento (queixas nas Ordens), por parte desses profissionais de saúde, não permite que os pais e o povo sejam informados.
Vale-nos o facto de, um pouco por todo o mundo, ainda haver psicólogos e pediatras corajosos que alertam para os perigos de expor crianças de tão tenra idade a ensinos abusivos, que só
as confundem, pois não têm maturidade para os receber e entender.
Ao arrepio da Constituição, que proíbe a exposição de
crianças à pornografia e ao sexo explícito, o “pai” ordena que se fale de sexo,
muito sexo, só sexo, aos “filhos” e que eles sejam manipulados, desde muito
cedo, para acreditarem que ninguém nasce rapaz ou menina, a fim de serem aquilo
que eles quiserem e não aquilo que realmente são. As “mães” - em nome de um suposto amor incondicional - deixam-se enganar
e, assustadas, não percebem que estão a encaminhar os seus filhos para as "câmaras de gás" e não para o banho. Esquecem-se que a desregulação da sexualidade destrói a família como o melhor ambiente para as crianças.
Fala-se tanto de abuso infantil e, quais carneiros de
Panúrgio, deixamos que os nossos filhos e netos sejam condicionados a acreditar
que a sua natureza biológica — aquilo que eles realmente são — pode ser mudado
por medicamentos (química) ou por cirurgias que, na verdade, só mudam o
envelope e não o conteúdo. Isso, além de ser uma fonte de renda para a
indústria farmacêutica, É ABUSO INFANTIL.
Tal como acontecia nos campos de concentração nazis,
hoje, e apesar dos inúmeros casos de arrependimento, há médicos que insistem em fazer experiências com crianças, nas chamadas clínicas de
género, enchendo-as de medicamentos que bloqueiam a puberdade e lhes garantem
uma vida inteira de dependência de hormonas cancerígenas e tóxicas, do sexo oposto, além da
mutilação desnecessária de partes saudáveis do seu corpo.
Sabia que:
- após a puberdade, 88% das meninas e 98% dos meninos, que eventualmente possam estar confusos quanto à sua sexualidade, acabam por se aceitar como são — rapaz ou menina — e atingir um estado de saúde física e mental satisfatórias?
- as taxas de suicídio são 20 vezes mais elevadas entre adultos que usam hormonas do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países que melhor aceitaram a ideologia do género?
A incerteza sobre a identidade sexual masculina e feminina - fomentada pela ideologia de género - leva a transtornos de personalidade. Infelizmente, estão a convencer-nos e a ensinar aos nossos filhos que
essas pessoas se suicidam por causa de "homofóbicos" e "transfóbicos" (todos os que não
concordam com a ideologia) que não as aceitam como realmente são. Mais um
engano nefasto, pois é o facto de perceberem que nunca serão o que desejam ser que as leva ao suicídio.
Porque será que a grande maioria parece não se aperceber de que os seus filhos estão a ser levados para as "câmaras de gás"?
Por que não se faz mais para proteger as crianças e alertar os que ainda não perceberam o que se está a passar?
“Mães”, a sexualização dos vossos filhos mina a vossa autoridade parental. Os vossos filhos estão a ser-vos roubados por uma ideologia que pretende colocar em prática e transformar em modo de vida algo como isto:
· Assim chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem. Não haverá mais nenhuma razão para não ser assim. […] Na nossa sociedade a humanidade poderá finalmente voltar à sexualidade natural [animal], polimorfamente diversa: serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada [que só pensa em sexo] tornar-se-ia universal se a criança escolhesse a relação sexual com os adultos, ainda no caso que escolhesse a sua própria mãe genética, não existiriam razões, à priori, para que esta rejeitasse as suas insinuações sexuais visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função.» (Shulamith Firestone)
É isto que desejamos para as nossas crianças?
Permitir que vistam um pijama às riscas e caminhem com os que caminham para as "câmaras de gás"?
A sexualização precoce rouba a infância às crianças. Se os impulsos não forem controlados - particularmente os impulsos que visam a gratificação imediata - que raio de sociedade teremos?
terça-feira, 18 de janeiro de 2022
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