Já viu o filme «O rapaz do pijama às riscas»?
Se não viu, aconselho-o a ver. Se viu, sabe que a esposa do
oficial alemão só percebeu o que realmente se passava no seu país quando foi
viver para perto de um campo de concentração e o cheiro dos fornos crematórios
lhe chegou às narinas.
A tragédia acontece, porque o pai sempre mentiu ao filho
sobre a realidade e finalidade dos campos de concentração. Ele sempre lhe
contou uma história muito bonita sobre a boa vida e a sorte que os judeus
tinham em viver nos campos — a história que era vendida ao mundo em filmes de
propaganda. Então, um dia, o menino sai do "perímetro de segurança" e
vai brincar para junto do campo de concentração onde faz amizade com um menino
judeu, esfomeado, que se encontra atrás de um "muro" de arame
farpado, vestido com um "pijama às riscas". Após algumas peripécias e um episódio
terrível, em casa do pequeno alemão, este vai procurar o amigo - para lhe pedir
perdão - e decide ajudá-lo a procurar o pai (que já havia sido assassinado).
Para isso, veste um “pijama” às riscas (nome que ele havia atribuído à roupa
que os prisioneiros usavam nos campos de concentração) e acaba numa câmara de
gás com um grupo de judeus condenados à morte — todos vestidos com um “pijama
às riscas”.
Hoje, assistimos a algo muito semelhante à escala mundial —
as nossas crianças são os “filhos” e o Estado assume o papel de “pai”. As
poucas “mães”, que se apercebem do que está em curso e alertam os incautos são
insultadas como “conservadoras”, “homofóbicas”, “fanáticas religiosas”,
“retrógradas”, etc.. Atualmente, defender os valores morais judaico-cristãos
parece ser mais censurável do que prostituir-se, matar ou roubar.
A comunicação social, tal como no regime nazi, parece
controlada por lobbies poderosos que impulsionam a agenda do género e a
cultura LGBTQIA+. Essa ideologia pretende criar o "homem novo”. O “pai” só
conta aos “filhos” quão maravilhoso é poderem ser o que quiserem, e omite,
propositadamente, as terríveis consequências que a ideologia tem nos que são
enredados por ela.
A escola, a serviço desta agenda, utiliza “propagandistas”
que ensinam a crianças de três anos que ninguém nasce menino (sexo masculino)
nem menina (sexo feminino), mas sim algo (sem sexo definido) que pode ser
moldado pela vontade.
Esse ensino, falso e perigoso, está a provocar em Portugal
um aumento alarmante de casos relacionados com confusão de identidade sexual.
Segundo dados do Registo Civil citados pelo jornal Público,
só em 2023, quase 70 menores (sobretudo de 16 e 17 anos) mudaram de sexo e
nome, num total de 323 desde 2018 — números que crescem todos os anos. O medo
do cancelamento e de queixas nas Ordens Profissionais silencia muitos
profissionais de saúde, impedindo que pais e cidadãos sejam devidamente
informados. Restam-nos os psicólogos e pediatras corajosos que, pelo mundo
fora, alertam para os perigos de expor crianças a ensinos abusivos para os
quais não têm maturidade.
Ao arrepio da Constituição, que protege a infância, o
"pai" ordena a hipersexualização dos "filhos",
manipulando-os para acreditarem que a biologia é uma escolha. Muitas
"mães", em nome de um amor mal compreendido, deixam-se enganar, sem
perceber que encaminham os filhos para "câmaras de gás" ideológicas.
A desregulação da sexualidade destrói a família, o ambiente mais seguro para a
criança.
Enquanto se fala de abuso infantil, deixamos, como
'carneiros de Panúrgio', que os nossos jovens sejam condicionados a crer que a
sua natureza pode ser alterada por químicos ou cirurgias. Isto, além de
alimentar a indústria farmacêutica, constitui um verdadeiro abuso. Tal como nas
experiências nazis, há médicos em 'clínicas de género' que bloqueiam a
puberdade de crianças, condenando-as a uma dependência vitalícia de hormonas e
a mutilações irreversíveis. A gravidade destas práticas já começa a ter consequências
legais severas: recentemente, em Nova Iorque,
um júri condenou médicos ao pagamento de uma indemnização de 2 milhões de
dólares a uma jovem que, tendo sido submetida a uma mastectomia aos 16 anos, se
arrependeu e provou em tribunal a negligência e a falta de avaliação
psicológica adequada por parte dos profissionais que a assistiram.
Tal como acontecia nos campos de concentração nazis, hoje, e
apesar dos inúmeros casos de arrependimento, há médicos que insistem em fazer
experiências com crianças, nas chamadas clínicas de género, enchendo-as de
medicamentos que bloqueiam a puberdade e lhes garantem uma vida inteira de
dependência de hormonas cancerígenas e tóxicas, do sexo oposto, além da
mutilação desnecessária de partes saudáveis do seu corpo.
Sabia que:
- Em Portugal, há crianças dependentes de pornografia aos 11 anos. Dados da Geração Cordão e estudos de 2019 indicam que 40% dos rapazes e 26% das raparigas entre os 9 e 16 anos já consumiram conteúdos sexuais explícitos?
- Quase 20% dos jovens portugueses sofrem de perturbações mentais, com um aumento drástico no consumo de antidepressivos?
- Os adolescentes iniciam a vida sexual cada vez mais cedo: rapazes em média aos 16,2 anos e raparigas aos 16,7 anos, com 22% a começar antes dos 16 anos, segundo estudos da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto?
- A violência nas escolas portuguesas aumentou drasticamente: entre 2020 e 2025, a APAV apoiou 1.249 vítimas de violência em contexto escolar, um aumento de 58,9% em seis anos, com maioria de vítimas femininas (64,7%) entre 11 e 14 anos; a PSP registou milhares de ocorrências criminais anuais, incluindo agressões, ameaças, bullying e posse de armas?
- Após a puberdade, 88% das meninas e 98% dos meninos, que eventualmente possam estar confusos quanto à sua sexualidade, acabam por se aceitar como são — rapaz ou menina — e atingir um estado de saúde física e mental satisfatórias?
- As taxas de suicídio são 20 vezes mais elevadas entre adultos que usam hormonas do sexo oposto e se submetem à cirurgia de mudança de sexo, mesmo na Suécia, que está entre os países que melhor aceitaram a ideologia do género?
A incerteza quanto à identidade sexual — alimentada pela
ideologia de género — tem sido um catalisador de graves transtornos de
personalidade. Infelizmente, tenta-se convencer a sociedade e doutrinar os
nossos filhos com a ideia de que o suicídio nestes grupos decorre
exclusivamente da pressão de 'homofóbicos' ou 'transfóbicos' (rótulos aplicados
a todos os que discordam desta narrativa). Este é mais um equívoco nefasto: na
verdade, é a dolorosa perceção de que nunca alcançarão a realidade biológica
que desejam que mergulha estas pessoas num desespero profundo, conduzindo-as,
tantas vezes, ao trágico fim.
Porque razão parece a grande maioria ignorar que os seus
filhos estão a ser conduzidos para as 'câmaras de gás'? Por que motivo não se
faz mais para proteger as crianças e alertar aqueles que ainda não despertaram
para o que está a acontecer?
“Mães”, a sexualização dos vossos filhos mina a vossa
autoridade parental. Eles estão a ser-vos roubados por uma ideologia que
pretende normalizar e transformar em modo de vida princípios defendidos por
Shulamith Firestone no seu livro «A Dialética do Sexo»:
"Assim chegaremos à liberdade sexual, para que todas
as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como entenderem. Não
haverá mais nenhuma razão para que assim não seja. [...] Na nossa sociedade, a
humanidade poderá finalmente regressar à sexualidade natural [animal],
polimorfamente diversa: serão permitidas e satisfeitas todas as formas de
sexualidade. A mente plenamente sexuada tornar-se-ia universal; se a criança
escolhesse a relação sexual com adultos — mesmo que escolhesse a sua própria
mãe genética —, não existiriam razões, a priori, para que esta rejeitasse as
suas investidas, visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função.'
É isto que desejamos para as nossas crianças? Permitir que
vistam um 'pijama às riscas' e caminhem com aqueles que avançam para as
'câmaras de gás'? A sexualização precoce rouba a infância. Se os impulsos não
forem controlados — particularmente aqueles que visam a gratificação imediata
—, que tipo de sociedade teremos no futuro?"
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