sexta-feira, 13 de março de 2026

Setúbal e o Altar da Esquerda: O Despertar contra a Tirania Cultural Socialista



Em Setúbal, bastou o Chega votar contra o financiamento público a duas companhias de teatro locais para que o sistema entrasse em convulsão. Imediatamente, vozes do costume vieram "rasgar as vestes", clamando contra a censura e o fim da cultura. Este texto é a resposta a esse teatro de indignação fingida.

Hoje, em Portugal, para receber um subsídio público parece que se tem de ajoelhar perante o altar da ideologia de género. Homem que se diz mulher? Arte. Mulher que se recusa a ser chamada de “pessoa menstruante”? Fascismo. Crianças de 8 anos a serem ensinadas que o sexo é um “espectro” nas peças financiadas pelo Ministério da Cultura? “Inclusão”.

O Queer Lisboa e o Queer Porto – festivais inteiramente pagos com o nosso dinheiro – são o expoente máximo desta podridão. Filmes que celebram pedofilia disfarçada de “amor intergeracional”, performances que exibem perversões sexuais explícitas no palco, drag queens a ler histórias a crianças enquanto a esquerda grita “arte!”. E a RTP? Um canal público que parece gerido pelo Bloco de Esquerda: reportagens babadas sobre “pessoas não-binárias”, séries que transformam a família tradicional em piada, debates onde qualquer conservador é tratado como criminoso.

O feminismo radical completa o pacote: homens a invadir desportos femininos, abortos tardios celebrados como “empoderamento”, maternidade ridicularizada como “prisão patriarcal”. Tudo isto com o selo de aprovação do Estado. Quem paga? O contribuinte português médio, esse otário que ainda acredita que a cultura deve servir o povo e não a agenda de uma minoria barulhenta e doente.

O Ódio Visceral à Direita: Doutrinação 24/7

Na cultura portuguesa actual, ser de direita é o novo pecado mortal. Filmes, peças de teatro, livros escolares, exposições – todos pintam o conservador como ignorante, retrógrado, perigoso. O Chega é “extrema-direita”, André Ventura é “fascista”, quem defende a família natural é “homofóbico”. Enquanto isso, comunistas, anarquistas e queers que defendem a abolição da família são “vanguarda progressista”.

Esta não é arte. É guerra cultural. Guerra que a esquerda ganha há 50 anos porque nunca encontrou oposição séria.

A Verdadeira Culpa: A Direita Traidora, a Direita que a Esquerda Ama

Aqui está o cancro que ninguém quer operar: a direita caviar, a direita “decente”, a direita que tem vergonha de si própria. PSD e CDS passaram décadas a aprovar leis de género, a financiar festivais queer, a colocar activistas LGBT nos conselhos de administração da RTP, a deixar que a ideologia de género entrasse nas escolas. Porquê? Porque têm pavor de serem acusados de “atrasados”. Porque querem convites para jantares em Belém, porque querem aparecer no Público como “moderados responsáveis”.

São os idiotas úteis perfeitos da esquerda: entregam o terreno cultural sem disparar um tiro, depois choram quando perdem as eleições. Esta é a direita que a esquerda adora: a que nunca corta um euro aos festivais da perversão, a que aprova leis que destroem a distinção homem/mulher, a que se ajoelha perante o politicamente correcto para não perder o estatuto de “direita civilizada”. Enquanto isso, a verdadeira direita – aquela que defende Deus, Pátria, Família e Verdade – é empurrada para a marginalidade.

Resultado? A cultura portuguesa está morta. O que resta é um cadáver putrefacto, cheio de glitter, hormonas e ódio a tudo o que é normal, português e cristão.

Acabou a Comédia

Basta. A verdadeira direita não pede licença para existir. Reconquista a cultura ou morre com ela. Exige-se:

  • Fim imediato dos subsídios a festivais queer, peças trans e propaganda de género.
  • Auditoria completa aos dinheiros públicos gastos em “cultura” nos últimos 20 anos.
  • Criação de uma rede de produção cultural conservadora: teatros, editoras, festivais que celebrem a identidade portuguesa, a família, a biologia e a moral cristã.
  • Directores de teatros, cinemas e RTP nomeados por mérito, não por militância ideológica.

Portugal não é um laboratório de experiências woke. É uma nação com quase 900 anos de história, enraizada na fé cristã, na família e na verdade. Essa nação ainda existe no coração da maioria silenciosa.

Chegou a hora de transformar a indignação em acção. A esquerda roubou-nos a cultura e a direita caviar permitiu-o. A reconquista pela direita verdadeira começa aqui: pondo fim imediato à injecção de dinheiros públicos na propaganda de esquerda woke. Uma nação sem cultura própria é uma nação escrava — e Portugal não nasceu para servir ninguém, muito menos uma esquerda degenerada ou uma direita traidora.


quinta-feira, 12 de março de 2026

Casas de Banho Mistas: O Fantasma que a Esquerda Jurava Não Existir



Mais um artigo de opinião encomendado, saído directamente das profundezas do progressismo esquerdista! Lá vem a autora — de esquerda, como não poderia deixar de ser — debitar as habituais banalidades sobre o "alarmismo reaccionário" dos conservadores, que alegadamente andam a inventar fantasmas sobre casas de banho mistas nas escolas portuguesas. Como se fôssemos nós, os "direitistas retrógrados", que passássemos os dias a sonhar com distopias, enquanto a esquerda flutua num éden de "inclusão" isento de consequências.

Pois bem, minha cara autora, permita-me que lhe esfregue na cara alguns factos inconvenientemente reais — daqueles que o seu activismo selectivo prefere ignorar. Vamos lá desmascarar essa narrativa cor-de-rosa com um banho de realidade conservadora, sem papas na língua.

Comecemos pelo Despacho n.º 7247/2019, assinado pelo seu herói, João Costa. Ah, sim, aquele que pretendia compelir as escolas a adoptar medidas "inclusivas" para que crianças e jovens utilizassem casas de banho e balneários de acordo com a sua "identidade de género" autodeclarada. Resultado? Apesar de ter sido chumbado pelo Tribunal Constitucional — graças a Deus e à sanidade remanescente —, o despacho já tinha parido inaugurações de casas de banho mistas em várias escolas. Não é ficção; é despacho oficial publicado no Diário da República. Até o Polígrafo, esse bastião da verdade "imparcial", confirmou que o Chega não exagerava ao acusar Costa de promover WCs mistos. Mas para si, isto é apenas "desinformação de direita", não é? Claro; reconhecer que a esquerda andou a experimentar com a privacidade das crianças seria admitir o óbvio: que as vossas ideologias são um risco para a inocência infantil.

Recorda-se da Escola Secundária José Gomes Ferreira, em Benfica? O director de então — um iluminado progressista, sem dúvida — inaugurou uma casa de banho que não era "mista", oh não! Era apenas para "rapazes e raparigas em fase de transição". Palavras do próprio, confirmadas pelo Polígrafo, que, embora tenha tentado desmontar uma publicação viral (minha), acabou por validar o essencial: existia, de facto, um espaço onde miúdos em "transição" partilhavam o mesmo WC, independentemente do sexo biológico. Imagino a autora a torcer o nariz: "Mas isso é inclusão, não é misturada!". Pois, pois. Para nós, conservadores, é uma aberração que expõe crianças a confusões desnecessárias em nome da vossa agenda woke.

Não satisfeita com o fiasco de 2019, a esquerda insistiu com o Projecto de Lei 332/XV (2024), do PS, que visava institucionalizar o "respeito pela identidade de género", com as devidas adaptações em casas de banho. Mas o Presidente Marcelo — que, apesar de tudo, ainda retém um pingo de bom senso — vetou a iniciativa, citando a "quase total ausência dos pais" no processo. Veto presidencial, autora! Marcelo viu o que a senhora finge não ver: que estas leis entregam os filhos aos caprichos ideológicos do Estado. E, mesmo assim, a legislação subjacente continua a pressionar as escolas para "proteger" alunos trans, o que, na prática, abre as portas a mais experiências sociais. Quantos vetos serão necessários para travar esta loucura?

Para rematar, a "cereja no topo": aquela reportagem na escola de Vila do Conde, onde se orgulhavam de ter convertido a casa de banho dos deficientes numa casa de banho "inclusiva". Sim, uma escola pioneira que implementou WCs sem género, permitindo o acesso livre. Noticiado no CM Jornal e no Porto Canal. Inclusão? Para mim, é usurpar a privacidade dos deficientes e normalizar o absurdo para deleite da vossa bolha ideológica. E tudo isto em escolas públicas, financiadas pelos impostos dos conservadores que pagam para ver as suas filhas expostas a estas excentricidades.

Minha cara autora, pare de fingir que isto é inventona da direita. Os factos estão aí, chumbados por tribunais e vetados por Belém, mas com danos reais já causados. A vossa "inclusão" é a exclusão da realidade biológica e da família. Se quiser debater, traga factos, não narrativas. Caso contrário, continue no seu Facebook a pregar para convertidos.

Beijinhos cáusticos de uma militante do Chega que não engole mentiras.



A Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica: Fanáticos Ideológicos que Transformam Crianças em Cobaias de uma Religião de Género




Chega de eufemismos. Chega de “cuidados afirmativos”, “bloqueadores da puberdade” e outras mentiras bonitinhas que a esquerda genderista usa para disfarçar o que realmente é: mutilação química e cirúrgica de crianças

Enquanto a jornalista Marisa Antunes expõe no LinkedIn a proposta do PSD para revogar a Lei 38/2018 – aquela aberração que permite a qualquer miúdo de 16 anos mudar de sexo no Cartão de Cidadão como quem muda de roupa –, a Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (SPSC) continua a defender, em parecer técnico-científico fresco de Fevereiro de 2026, o uso de bloqueadores e hormonas cruzadas em menores. Eles dizem, com cara de seriedade académica, que estes venenos “melhoram o funcionamento global e diminuem a ideação suicida”. 

Mentira. Mentira deslavada. A SPSC está cega, surda e ideologicamente possuída. Ignora, com arrogância criminosa, o que aconteceu nos países que foram pioneiros nesta loucura e agora correm desesperados para travar o massacre que eles próprios provocaram.

Vejam os factos, sem filtro:

  • Reino Unido – o berço do “protocolo holandês” – proibiu indefinidamente, em Dezembro de 2024, os bloqueadores de puberdade para menores com disforia de género. A Revisão Cass (2024) foi clara: “evidências notavelmente fracas”, “benefícios não comprovados”, riscos graves para ossos, fertilidade e cérebro em desenvolvimento. Em 2025 e 2026 o ban foi mantido e até reforçado. O NHS admite agora que estava a fazer experiências em crianças sem base científica.
  • Suécia, que inventou grande parte desta abjecção, suspendeu em 2022 o uso rotineiro de bloqueadores e hormonas fora de ensaios clínicos. Em 2025 continua a restringir drasticamente. O aumento explosivo de adolescentes (sobretudo raparigas) a pedir transição revelou-se uma moda social contagiosa, não uma “identidade inata”.
  • Finlândia (2020), Noruega (2023), Dinamarca (2023) – todos viraram as costas aos “cuidados afirmativos”. Priorizam agora psicoterapia intensiva. Porque descobriram o óbvio: 80-90% das crianças com disforia de género desistem naturalmente na puberdade se não forem medicalizadas.
  • França – a Academia Nacional de Medicina avisou em 2022: esterilidade, problemas ósseos, consequências emocionais graves. Recomenda “extrema prudência”.

Portugal, atrasado como sempre em matéria de modas destrutivas, resolveu importar esta infâmia depois de toda a Europa já ter percebido que era um erro catastrófico. E a SPSC, em vez de aprender com os vizinhos, dobra a aposta. Porquê? Porque não é ciência. É religião. A religião do género fluido, onde o sexo biológico é “opressão”, onde uma criança que diz “sou menino preso num corpo de menina” aos 10 anos tem de ser imediatamente dopada com lupron (o mesmo medicamento usado em agressores sexuais para castrá-los quimicamente). 

Esta gente não está a “salvar vidas”. Está a criar uma geração de eunucos estéreis, com ossos frágeis, cérebros danificados e arrependimentos que chegam tarde demais. 

Os detransitioners – cada vez mais, cada vez mais jovens – contam histórias de pesadelo: mastectomias desnecessárias, vozes quebradas para sempre, orgasmos perdidos, depressão que piorou depois da “afirmação”. E a SPSC responde com o mantra: “os riscos são monitorizados e reversíveis”. Reversíveis uma ova. A puberdade não é uma doença. É o processo natural que transforma crianças em adultos férteis. Bloqueá-la é um crime contra a biologia humana. Quem o faz, sabendo o que a Cass Review e os escandinavos revelaram, não é “sexólogo”. É cúmplice de experimentação médica em menores. Marisa Antunes tem razão: é altura de responsabilizar estes médicos e psicólogos. É altura de processá-los. É altura de os pais acordarem e dizerem NÃO à ideologia que quer roubar a infância dos seus filhos para alimentar o ego de activistas e o lucro da indústria farmacêutica e cirúrgica trans.

A proposta do PSD, Chega, CDS e IL para voltar à Lei de 2011 (maioridade e avaliação rigorosa) não é “transfobia”. É sanidade. É protecção infantil básica. A SPSC que continue a abraçar a sua fé woke. A história julgará estes ideólogos como os charlatães que são: os Mengele da geração gender. Portugal ainda pode evitar tornar-se o último laboratório europeu de mutilação de crianças. Basta ter coragem de dizer a verdade nua e crua: 

Sexo não é um sentimento. Crianças não são cobaias. E quem defende o contrário não é progressista – é perigoso.


quarta-feira, 11 de março de 2026

Breve história do machismo

 



As mulheres sempre foram exploradas pelos homens. Se há uma verdade que ninguém põe em dúvida, é essa. Dos solenes auditórios de Oxford ao programa de entretenimento popular, do Collège de France à Banda de Ipanema, o mundo reafirma essa certeza, talvez a mais inquestionada que já passou pelo cérebro humano, se é que realmente passou por lá e não saiu direto dos úteros para as teses académicas.

Não desejando opor-me a tão augusta unanimidade, proponho-me aqui arrolar alguns factos que podem reforçar, nos crentes de todos os sexos existentes e por inventar, o seu sentimento de ódio ao macho heterossexual adulto, esse tipo execrável que nenhum sujeito a quem tenha acontecido a desventura de nascer no sexo masculino quer ser quando crescer.

O nosso relato começa na aurora dos tempos, em algum momento impreciso entre o Neandertal e o Cro-Magnon. Nessas eras sombrias, começou a exploração da mulher. Eram tempos duros. Vivendo em grutas, as comunidades humanas eram constantemente assoladas pelos ataques das feras. Os machos, aproveitando-se das suas prerrogativas de classe dominante, trataram logo de assegurar para si os lugares mais confortáveis e seguros da ordem social: ficavam no interior das cavernas, os malandros, a fazer comida para os bebés e a pentear os cabelos, enquanto as pobres fêmeas, armadas tão-somente com manguais, saíam para enfrentar leões e ursos.

Quando a economia de recolha foi substituída pela agricultura e pela pecuária, novamente os homens armaram-se em espertos, atribuindo às mulheres as tarefas mais pesadas, como a de carregar as pedras, domar os cavalos, abrir sulcos na terra com o arado, enquanto eles, os folgados, ficavam em casa a pintar potes e a brincar à tecelagem. Coisa revoltante.

Quando os grandes impérios da antiguidade se dissolveram, cedendo lugar aos feudos perpetuamente em guerra uns com os outros, estes logo constituíram os seus exércitos particulares, formados inteiramente por mulheres, enquanto os homens se abrigavam nos castelos e ali ficavam no "bem-bom", curtindo os poemas que as guerreiras, nos intervalos dos combates, compunham em louvor dos seus encantos varonis.

Quando alguém teve a extravagante ideia de cristianizar o mundo, tornando-se necessário para tal enviar missionários a toda a parte, onde arriscavam ser empalados pelos infiéis, esfaqueados pelos salteadores de estradas ou trucidados pelo auditório entediado com os seus sermões, foi novamente sobre as mulheres que recaiu o pesado encargo, enquanto os machos ficavam maquiavelicamente a fazer novenas perante os altares domésticos.

Idêntica exploração sofreram as infelizes por ocasião das cruzadas, onde, armadas com pesadíssimas armaduras, atravessaram os desertos para serem passadas a fio de espada pelos mouros (ou antes, pelas mouras, já que o machismo dos sequazes de Maomé não era menor que o nosso). E as grandes navegações, então! Em demanda de ouro e diamantes para adornar os ociosos machos, bravas navegantes atravessavam os sete mares e davam combate a ferozes indígenas que, quando as comiam – era uma miséria! – era no sentido estritamente gastronómico da palavra.

Finalmente, quando o Estado moderno instituiu o recrutamento militar obrigatório, foi de mulheres que se formaram os exércitos estatais, sob pena de guilhotina para as fujonas e recalcitrantes, tudo para que os homens pudessem ficar em casa a ler A Princesa de Clèves.

Há milénios, em suma, as mulheres morrem nos campos de batalha, carregam pedras, erguem edifícios, lutam com as feras, atravessam desertos, mares e florestas, sacrificando tudo por nós, os ociosos machos, aos quais não sobra nenhum desafio mais perigoso do que o de sujar as nossas mãozinhas nas fraldas dos nossos bebés.

Em troca do sacrifício das suas vidas, as nossas heroicas defensoras não têm exigido de nós senão o direito de falar grosso em casa, de queimar umas toalhas de mesa com pontas de cigarros e, eventualmente, de largar um par de meias no meio da sala para a gente apanhar.

- Olavo de Carvalho. Jornal da Tarde, 16 de agosto de 2001

segunda-feira, 9 de março de 2026

Impacto da Ideologia de Género nas Raparigas Portuguesas: Uma Análise nas Escolas

 

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A ideologia de género, que promove a ideia de que a identidade de género é fluida e independente do sexo biológico, tem ganho terreno nas escolas portuguesas, financiada por programas da União Europeia dotados de milhões de euros. Projectos como o Gender ABC e o KINDER visam introduzir conceitos de "diversidade de género" desde a pré-escola, abordando temas como identidades não-binárias e orientação sexual para crianças dos 3 aos 12 anos. Esta abordagem, apresentada como inclusiva, levanta preocupações sobre os impactos específicos nas raparigas, que representam a maioria dos casos de transição de género em Portugal – cerca de 80% dos jovens que procuram "mudar de sexo" semanalmente. Com base em relatos, estudos e debates públicos, exploramos aqui os efeitos psicológicos, sociais, de saúde e de segurança, focando em contextos como a Escola António Arroio, um exemplo paradigmático da implementação destas políticas.

1. Impactos na Saúde Mental e o Efeito de Contágio Social

As raparigas portuguesas parecem particularmente vulneráveis ao "contágio social" da disforia de género, um fenómeno onde a exposição a narrativas transgénero online e em ambientes escolares acelera identificações rápidas e transitórias. Na Escola António Arroio, 70% dos alunos declaram-se LGBTI+, com um aumento notável de raparigas submetidas a mastectomias duplas – cirurgias irreversíveis que removem seios saudáveis. O caso trágico de Carolina (conhecida como Noori), uma aluna da escola que perdeu a vida prematuramente, é citado como exemplo de como a "afirmação colectiva", sem apoio psicológico adequado, pode agravar vulnerabilidades mentais, como a depressão e o isolamento. Documentos como o "Guião de Boas Práticas para Crianças e Jovens LGBTI", da Casa Qui, recomendam não revelar a identidade de género aos pais sem o consentimento da criança (página 15), o que pode isolar as raparigas das suas redes familiares, exacerbando riscos de suicídio ou automutilação. Estudos internacionais, ecoados em debates portugueses, indicam que a maioria das disforias em adolescentes se resolve naturalmente com o tempo, mas políticas de "afirmação imediata" podem empurrar as jovens para decisões precipitadas. Em Portugal, a promoção da ideologia de género é criticada como uma forma de "abuso de menores", transformando escolas em espaços de experimentação ideológica que confundem as raparigas sobre o seu próprio corpo e identidade. Relatos nas redes sociais destacam como este cenário amplifica distúrbios da adolescência, tornando as raparigas mais susceptíveis a radicalizações ou confusões identitárias.

2. Questões de Segurança e Privacidade em Espaços Segregados por Sexo

Uma das mudanças mais controversas é a adopção de casas de banho e balneários neutros, implementados na António Arroio desde 2009. Embora promovidos como inclusivos, estes espaços aumentam os riscos para as raparigas, expondo-as a potenciais assédios ou situações de desconforto. Em debates políticos, critica-se que a ideologia de género conduza a situações de perda de privacidade e segurança. Relatos de escolas portuguesas indicam que as raparigas se sentem ameaçadas em ambientes mistos, com casos de violência ou intimidação frequentemente descurados devido ao foco na "inclusão" em detrimento da protecção baseada no sexo biológico. Programas educativos financiados pela UE, como o KINDER, incentivam "mudanças de atitudes sociais em relação à diversidade de género" desde tenra idade, o que pode normalizar a presença de rapazes que se identificam como raparigas em espaços femininos, comprometendo a dignidade das alunas. Pais e activistas argumentam que esta prática perpetua desigualdades sexistas, ignorando evidências de que as raparigas enfrentam maiores riscos de violência em contextos mistos.

3. Efeitos Educativos e Sociais: Desigualdades e Doutrinação

Nas escolas, a ideologia de género pode criar enviesamentos que afectam o desempenho e a socialização das raparigas. Em Portugal, a Lei da Autodeterminação de Género (implementada nas escolas desde 2018) exige mecanismos para apoiar alunos trans, mas os críticos vêem nisto uma forma de intimidação sobre os professores e a promoção de discursos que marginalizam quem questiona estas normas. Socialmente, as raparigas são encorajadas a adoptar identidades fluidas, o que pode levar a confusão relacional e isolamento. Relatos de encarregados de educação denunciam a exposição de crianças de 8 anos a conteúdos sobre transexualidade sem autorização parental, esbatendo fronteiras e promovendo uma visão niilista da identidade. Isto afecta a auto-estima, levando raparigas a internalizarem sentimentos de rejeição pelo seu corpo feminino na busca de um "escape" através da transição.

4. Resistência e Recomendações

Manifestações em Lisboa, com centenas de pessoas a pedirem a abolição da ideologia de género nas escolas, reflectem uma oposição crescente. Surgem agora guias para que os pais possam contestar estas práticas, enfatizando o dever de neutralidade dos docentes. Embora a Direcção-Geral da Educação promova a igualdade, ignora as críticas de que estas políticas discriminam com base no sexo e perpetuam novos estereótipos. Em suma, o impacto nas raparigas portuguesas é multifacetado: desde riscos de saúde irreversíveis a perdas de privacidade e confusão identitária. Urge realizar uma investigação independente, priorizando evidências científicas em vez de dogmas ideológicos, para proteger as raparigas sem comprometer uma inclusão genuína. Os direitos parentais e o bem-estar das crianças devem prevalecer sobre agendas políticas.

Escola António Arroio: O Caso que Portugal Ignora

 

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No dia 2 de Março de 2026, o Supremo Tribunal dos Estados Unidos tomou uma decisão que ecoa como um grito de alerta para sociedades em todo o mundo, incluindo a nossa, em Portugal. Ao bloquear as restrições impostas pela Califórnia que impediam as escolas de notificar os pais sobre a identificação transgénero dos seus filhos, o tribunal reafirmou um princípio fundamental: 

os direitos parentais não podem ser suplantados por agendas ideológicas que colocam as crianças em risco. 

Esta sentença, que também questiona a obrigatoriedade de professores usarem pronomes preferidos sem o conhecimento familiar, expõe as falhas de uma abordagem que prioriza a "afirmação" imediata sobre o bem-estar psicológico e emocional dos menores. Vê-se nesta decisão não apenas uma vitória jurídica, mas um imperativo ético para questionarmos práticas semelhantes que se instalam nas escolas portuguesas, como na Escola António Arroio, onde a transição social de menores parece ocorrer em segredo, sem rede de apoio e com consequências potencialmente devastadoras.

A ideologia de género, que defende a fluidez absoluta da identidade sem ancoragem na biologia sexual, tem sido promovida como progressista, mas revela-se cada vez mais como uma forma de experimentação social irresponsável, especialmente quando aplicada a crianças e adolescentes. No caso californiano, as normas estaduais permitiam que escolas e professores facilitassem transições sociais — como mudanças de nome, pronomes e até acesso a espaços segregados por sexo — sem informar os pais. 

Isto não é inclusão; é uma violação dos direitos familiares e uma negação da realidade material do sexo biológico, que não pode ser alterado por declarações subjectivas. Em Portugal, este fenómeno não é abstracto: como destacado pela jornalista Marisa Antunes, a Escola António Arroio emerge como um "case-study" alarmante. Ali, relatos nas redes sociais — do Reddit ao Instagram e YouTube — descrevem casos de menores encorajados a transitar socialmente sem avaliação psicológica profunda, sem investigação das causas subjacentes à disforia (como traumas, pressões sociais ou influências online) e, pior, sem o consentimento ou envolvimento dos pais.

Tomemos o trágico exemplo de Carolina, conhecida nas notícias como Noori, uma aluna da António Arroio que perdeu a vida prematuramente. Embora os detalhes da sua história sejam complexos, o contexto sugere que a "afirmação" colectiva da escola — em modo de "psicose colectiva", como Antunes a descreve — pode contribuir para um isolamento emocional e mental que agrava vulnerabilidades. Quantos mais casos como este precisam de ocorrer para que o jornalismo português transforme isto em tema de investigação urgente? 

Em vez de celebrarmos o "progressismo", deveríamos questionar por que razão estas práticas são noticiadas como distopias no estrangeiro, mas abafadas por cá. 

A resposta reside, em parte, no "Guião de Boas Práticas para Crianças e Jovens LGBTI", elaborado pela Casa Qui em parceria com a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens. Na página 15, lê-se explicitamente: "Não revelar a orientação ou identidade de género da criança ou jovem à sua família, sem o consentimento da mesma". Isto não é protecção; é uma receita para o caos, isolando menores dos seus principais suportes e expondo-os a decisões irreversíveis baseadas em modas ideológicas.

Estas políticas não só ignoram evidências científicas — como estudos que mostram que a maioria das disforias em adolescentes se resolve naturalmente com o tempo e apoio psicológico adequado — como também perpetuam desigualdades sexistas. Mulheres e raparigas, historicamente oprimidas com base no seu sexo biológico, vêem os seus espaços seguros (como casas de banho e vestiários) comprometidos por políticas de "género neutro", como as relatadas na António Arroio desde 2009. Já nessa altura, as casas de banho mistas eram implementadas sem debate público, normalizando a ideia de que o sexo não importa. Mas importa: ignorá-lo expõe raparigas a riscos acrescidos de violência e desconforto, enquanto mascara problemas reais, como a misoginia interiorizada que leva muitas adolescentes a rejeitarem o seu corpo feminino em busca de um "escape" via identificação trans.

É tempo de Portugal seguir o exemplo americano e priorizar a salvaguarda das crianças sobre dogmas ideológicos. As escolas devem ser lugares de educação, não de experimentação social secreta. Exige-se uma investigação independente à António Arroio e a outras instituições semelhantes, com foco na saúde mental dos menores e no restabelecimento dos direitos parentais. A decisão do Supremo Tribunal não é um retrocesso; é um regresso ao bom senso. Que sirva de catalisador para que, em Portugal, paremos de sacrificar o bem-estar das nossas crianças no altar da "inclusão" mal entendida. A verdadeira progressão reside em proteger os vulneráveis, não em ideologias que os exploram.

Natal Banido, Islão Protegido: A Inversão de Valores em Portugal


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Bárbara Reis questiona, com um indisfarçável tom de superioridade moral: 'Que diz Ventura das faltas à escola por devoção à mãe deJesus?'. A resposta é cristalina e coerente com a linha do CHEGA: não existe oposição à devoção cristã, mas sim à aplicação desigual da lei. Aliás, a autora parece desconhecer — ou prefere omitir — que os católicos raramente precisam de faltar por tal devoção, uma vez que o calendário escolar, assente na identidade do país, já prevê feriados para esse efeito. Quando assim não é, experimente um pai cristão pedir dispensa por motivos religiosos: a direcção da escola responder-lhe-ia, de pronto, com a 'laicidade do Estado' para indeferir o pedido. Seria, aliás, interessante perguntar à autora se, em nome dessa mesma laicidade, abdica de gozar os feriados religiosos para ir trabalhar, ou se a sua coerência termina no exacto momento em que o calendário lhe oferece um dia de folga à custa de um santo ou de um dogma cristão.

O que está a acontecer nas nossas escolas é exactamente o que denunciamos: estão a apagar os símbolos cristãos da esfera pública escolar enquanto abrem excepções para outras religiões. Em Dezembro de 2025, o Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos, no Pinhal Novo, removeu completamente quaisquer elementos natalícios dos cenários onde os alunos tiram as fotografias de fim de ano. Nada de presépio, nada de árvore, nada de “Feliz Natal”. Em Lisboa e noutras zonas do país, casos semelhantes multiplicam-se: direcções escolares, pressionadas por uma certa ideologia “inclusiva”, decidem que o Natal ofende minorias e, portanto, deve ser esterilizado. O mesmo se passa na Páscoa: cada vez mais escolas evitam qualquer alusão à Ressurreição de Cristo para não “excluir” quem não é cristão.

Isto não é laicidade. Isto é anticristianismo disfarçado de neutralidade. A verdadeira laicidade não significa apagar a herança cultural maioritária de um povo. Portugal é um Estado laico desde a República, mas nunca deixou de ser um país de raiz cristã – 80% dos portugueses declaram-se católicos ou cristãos. Retirar o presépio ou transformar o Natal num cenário neutro e cinzento é, na prática, negar a identidade às crianças portuguesas em nome de um multiculturalismo que só exige cedências de um lado.

E aqui entra a hipocrisia que o artigo do Público finge não ver: enquanto se proíbem presépios e se “invernalizam” as férias para não ofender ninguém, exigem-se salas de oração privativas, saídas mais cedo e faltas justificadas para alunos muçulmanos em dias de Eid ou sextas-feiras. André Ventura tem toda a razão ao questionar isto. Se um aluno cristão quisesse faltar à aula para ir à missa num dia útil (fora dos feriados já existentes), seria imediatamente acusado de “integrismo”. Se um aluno protestante quisesse celebrar o Dia da Reforma a 31 de Outubro e faltar às aulas, dir-lhe-iam que o calendário é “secular” e que não pode haver excepções.

Mas se um aluno muçulmano pede para rezar cinco vezes por dia dentro da escola, ou faltar a provas por razões religiosas, a esquerda aplaude e chama-lhe “direitos humanos”.

Imaginemos o inverso que o artigo nunca ousa imaginar:

  • Alunos evangélicos levam a Bíblia para a escola e lêem-na no intervalo.
  • Grupos de jovens rezam o terço antes das refeições.
  • Um aluno cristão prega o Evangelho a colegas que queiram ouvir.
  • Professores cristãos fazem uma oração breve antes de começar a aula (como se fez durante séculos).

Seriam os direitos destes alunos e professores respeitados? Claro que não. Sob a égide de uma ideologia que promove o ateísmo como norma e diaboliza a herança cristã, seriam rotulados de 'proselitistas' ou 'intolerantes' e rapidamente sancionados. Já vimos crucifixos arrancados das paredes, presépios banidos e cânticos de Natal censurados sob o pretexto de um progresso que nega o sagrado.

Enquanto isso, tapetes de oração são instalados e horários são alterados. Esta é a 'laicidade' da esquerda: um mecanismo de exclusão direcionado apenas contra o cristianismo. Perante o Islão, o que vemos é submissão; perante o ateísmo militante, um silêncio cúmplice que revela a verdadeira agenda: desconstruir a fé que fundou a nossa civilização.

O CHEGA não pede privilégios para os cristãos. Pede igualdade real: que a maioria cristã não seja obrigada a esconder a sua fé e a sua história para não “ofender” minorias que, aliás, escolheram vir para um país cristão. Quem vem para Portugal adapta-se à nossa cultura e aos nossos feriados – não o contrário.

Portugal sem Natal nas escolas não é mais inclusivo. É mais pobre, mais cinzento e mais estranho à sua própria alma. É tempo de dizer basta.

  • Presépios nas escolas.
  • Crucifixos nas paredes.
  • “Feliz Natal” sem vergonha.
  • E uma educação que respeite, acima de tudo, a identidade do povo português.

Porque, como diz Ventura: quem vem para cá adapta-se às nossas regras. Não muda as nossas regras. Viva Portugal. Viva a fé que nos construiu.